- A seleção haitiana encara o Brasil pela Copa do Mundo, na sexta-feira, 19, no Estádio Lincoln Financial Field, em Filadélfia, buscando a primeira vitória no torneio.
- O Haiti terminou a fase de eliminatórias em primeiro no Grupo C da Concacaf, e estreou com derrota para a Escócia na competição atual.
- O técnico Sébastien Migné dirige a equipe desde 2024, com a meta de surpreender e marcar gols contra qualquer adversário.
- Entre os destaques estão o atacante Duckens Nazon, maior goleador da história da seleção, e o meia-atacante Ruben Providence, ambos com passagem por clubes europeus.
- O Haiti busca transformar a participação na Copa em símbolo de resistência para o país, que vive crise social e institucional.
O Haiti encara o Brasil em um duelo da Copa do Mundo de 2026, na fase de grupos. A partida acontece em 19 de junho, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, com a seleção haitiana buscando a primeira vitória na disputa.
O time haitiano chega com uma história de resistência e uma trajetória de exílio. Guia a equipe Sébastien Migné, treinador desde 2024, que manteve o foco em avançar com gols e resultados positivos.
A seleção haitiana conquistou a vaga ao liderar o Grupo C das Eliminatórias da Concacaf, superando Honduras, Costa Rica e Nicarágua. Na fase anterior, terminou em segundo lugar, atrás de Curaçao.
O Haiti na Copa e seus destaques
Na 83ª posição do ranking da Fifa, o Haiti é uma das seleções mais inseridas em histórias de superação. O atacante Duckens Nazon, 32, é o maior goleador com 44 tentos pela equipe.
Outro destaque é Ruben Providence, meia-atacante de 24 anos, que atua como criador de jogadas. Providence nasceu no subúrbio de Paris e já passou por clubes como PSG e Roma.
O Haiti estreou em Copas em 1974, na Alemanha Ocidental, somando três derrotas, mas marcou dois gols, tornando-se o maior artilheiro do país na competição histórica.
Contexto histórico e relação com o Brasil
A relação entre Brasil e Haiti tem capítulos marcantes, como o amistoso de 2004 conhecido como Jogo da Paz, em Porto Príncipe, apoiado por tropas da ONU. O Brasil venceu por 6 a 0 e recebeu reconhecimento internacional.
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