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Peter Grieve reabre portas e movimenta bastidores do Atlético

Peter Grieve mantém interesse no Atlético, mas cita Arena MRV ausente e dívida como entraves na negociação frustrada pela SAF

Rubens Menin, neste momento, é acionista da SAF do Atlético –
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  • Peter Grieve, empresário norte-americano, esteve próximo de assumir posição de destaque no Atlético antes da SAF da família Menin.
  • O principal entrave foi a ausência da Arena MRV no pacote inicial e o peso da dívida do clube.
  • As tratativas chegaram a avançar e houve entendimento sobre valores, porém, na reta final, o modelo não oferecia equilíbrio suficiente sem o estádio.
  • Grieve destacou que houve diferenças de visão de mercado, mas não criticou a família Menin, que buscou soluções, conforme explicou.
  • Mesmo assim, o empresário mantém identificação com o Atlético e afirma que o clube continua sendo o único do futebol brasileiro que lhe interessa como investimento, com cenário de menor endividamento facilitando futuras aproximações.

Peter Grieve abriu as portas do assunto: em entrevista ao Canal do Frossard, o empresário norte-americano detalhou negociações frustradas para o Atlético Mineiro, antes da SAF comandada pela família Menin. O objetivo era ocupar posição de destaque no projeto alvinegro.

O entrave principal foi a ausência da Arena MRV no pacote inicial aos investidores. A dívida do clube também pesou na avaliação da proposta apresentada.

As tratativas avançaram até certo ponto, com entendimento sobre valores, mas, na reta final, o investidor viu falta de equilíbrio suficiente para justificar o investimento. A inclusão do estádio foi considerada um requisito essencial.

Grieve explicou que chegou ao Brasil disposto a fechar, mas itens críticos não estavam garantidos. A complexidade das negociações e a não inclusão do estádio impediram o consenso entre as partes.

Mesmo sem o desfecho desejado, o empresário não criticou a família Menin, destacando a disposição de Rubens e Rafael em buscar soluções. Diferenças de visão de mercado contribuíram para o encerramento das tratativas.

O investidor elogiou os aportes realizados pelos atuais acionistas para reduzir a dívida do Atlético. Disse que o valor da dívida deveria embasar o preço, e que o estádio ausente inviabilizava o negócio.

Grieve afirma manter identificação com o Atlético, que continua sendo o único clube brasileiro de seu interesse para possível investimento. Um cenário com menor endividamento e patrimônio mais consolidado facilitaria eventuais conversas futuras.

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