- A defesa continua prioridade de Ancelotti, mas a Seleção foi vazada nos últimos seis jogos, marca não ocorria desde o fim de dois mil e dezenove.
- Após início bom, com três jogos sem sofrer gols, o Brasil sofreu gols em sequência, totalizando onze gols sofridos em dez partidas.
- Cobranças internas chegaram tanto aos jogadores quanto à comissão técnica, com foco em corrigir falhas defensivas nos treinamentos e nas palestras.
- Ancelotti exige que os atacantes pressionem o adversário quando o Brasil não está com a bola, buscando recuperar a posse já no campo de ataque.
- A Seleção volta a campo na sexta-feira contra o Haiti, às 21h30 (horário de Brasília).
O técnico Carlo Ancelotti mantém a prioridade de fortalecer a defesa da Seleção desde que assumiu o cargo, há um ano. Mesmo com início positivo, o time chega à Copa do Mundo com vulnerabilidade defensiva que preocupa técnicos e jogadores.
A equipe sofreu vazamento em seis jogos consecutivos, marca que não ocorria desde o fim de 2019, quando o Brasil vivia oscilações após a conquista da Copa América. Ao longo de 10 partidas desde a chegada de Ancelotti, foram 11 gols sofridos.
Defesa sob cobrança interna
O grupo técnico intensifica o trabalho de correção nos treinos e em palestras, enquanto a cobrança vem de dentro para fora. O goleiro Alisson ressaltou a importância de não tomar gols, e Ibañez confirmou cobrança diária para melhoria.
Ancelotti destacou a necessidade de equilíbrio defensivo e atuação mais agressiva na frente, com pressão dos homens de ataque para recuperar a bola no campo adversário. Ele afirmou que há clareza sobre o que precisa melhorar após o empate com Marrocos.
Dados da FIFA apontam que, na estreia da Copa, o Brasil forçou 41 erros de Marrocos, fez 15 interceptações e 54 desarmes. Marquinhos e Douglas Santos lideraram em recuperações, com oito cada.
A Seleção volta a campo na sexta-feira, contra o Haiti, às 21h30 (horário de Brasília), pela sequência do torneio.
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