- Brasil empatou por 1 a 1 com Marrocos na estreia da Copa e jogadores disseram que a ansiedade prejudicou o início da partida.
- Nos primeiros 30 minutos, os marroquinos dominaram a posse de bola, e o Brasil errava passes com frequência, ficando “na roda”.
- Titulares como Paquetá e Vinícius Junior e o técnico Carlo Ancelotti citaram, ainda que de forma indireta, o impacto da ansiedade no desempenho.
- O treinador fez mudanças no intervalo, sacando Casemiro e Ibáñez, para melhorar o rendimento da equipe.
- A delegação conta com a psicóloga Marisa Santiago, incluída pela CBF para lidar com a ansiedade, mas ainda não houve entrevista pública com ela sobre o tema.
Após a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, o empate em 1 a 1 com Marrocos chamou atenção para a atuação mental dos jogadores. O desacerto inicial marcou o começo do jogo no MetLife, em East Rutherford, nos EUA.
A equipe contou com a presença de uma psicóloga na delegação, Marisa Santiago, contratada pela CBF para atuar junto aos atletas durante a competição. A meta é acompanhar o estado emocional e trabalhar aspectos de foco e recuperação de confiança.
Parágrafos seguintes destacaram a leitura do jogo: nos 30 minutos iniciais, o Brasil teve domínio marroquino, com posse de bola intensa no adversário. Os brasileiros erraram passes e pareceram desconcentrados, refletindo a ansiedade citada por jogadores e pela comissão.
Jogadores titulares como Lucas Paquetá, Douglas Santos, Igor Thiago e Vinícius Júnior, além do técnico Carlo Ancelotti, mencionaram, direta ou indiretamente, o peso da pressão mental sobre o desempenho. A dificuldade ficou evidente em erros na transição e na marcação adversária.
A partir de parte do primeiro tempo, a condição mental pareceu evoluir; o time passou a controlar melhor o ritmo da partida. No intervalo, Ancelotti fez alterações, substituindo Casemiro e Ibañez, visando recompor a linha de meio-campo.
Apesar da melhora, o empate permaneceu até o fim do confronto. A atuação inicial gerou dúvidas sobre a resposta psicológica da equipe diante de uma estreia tão decisiva. A assessoria da CBF não divulgou detalhes adicionais sobre o acompanhamento psicológico.
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