- Arbitrou o jogo Bélgica 1 x 1 Egito, Ramom Abatti Abel, e foi elogiado por Ana Paula Oliveira como “belíssima arbitragem brasileira”, destacando posicionamento e aplicação correta de cartões.
- Oliveira ressaltou que o árbitro manteve o ritmo mesmo com o calor em Seattle e se entregou à partida.
- Os assistentes Danilo Manis e Rafael Alves também contribuíram de forma adequada durante a partida.
- Gabriel Sá afirma que o empate foi justo, o Egito foi bem organizado e a Bélgica não é mais a mesma geração campeã.
- Oliveira comenta que bons desempenhos em torneios internacionais estão ligados à gestão, à segurança ao árbitro e a diretrizes claras.
Ramon Abatti Abel apitou com segurança o empate por 1 a 1 entre Bélgica e Egito pela Copa do Mundo de 2026, em Seattle. A partida contou com presença de calor intenso, e o árbitro brasileiro manteve o ritmo firme e aplicou cartões conforme as decisões de área.
A avaliação é da comentarista Ana Paula Oliveira, do programa Fim de Papo, do Canal UOL. Ela destacou o posicionamento, a consistência física e técnica do árbitro, mesmo diante do calor. A entrega durante a partida foi ressaltada como diferencial.
Ainda segundo Ana Paula, os assistentes Danilo Manis e Rafael Alves atuaram de forma correta quando acionados, contribuindo para o desempenho global da arbitragem. A comentarista ponderou que a gestão e as diretrizes claras ajudam na boa atuação em torneios internacionais.
Geração belga e o recado para o Brasil
Gabriel Sá analisa que o empate foi justo diante de um jogo equilibrado. O Egito esteve bem organizado e criou chances, enquanto a Bélgica aproveitou o gol marcado, mas não mostrou a condição de uma geração que deseje ser campeã.
Segundo o comentarista, a geração belga já não mantém o encanto de anos anteriores, o que impacta a expectativa de sucesso. Ele compara a situação com a seleção brasileira, ressaltando que Neymar e outros não conseguiram brilhar da mesma forma.
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