- Romeu Tuma Júnior reassume a presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians após dois meses afastado por licença médica e política.
- O retorno ocorre em meio a cobrança por serenidade institucional e foco na votação da reforma do estatuto, prevista para a Assembleia Geral no dia 20 de junho.
- Durante a ausência, o vice-presidente Leonardo Pantaleão comandou o órgão, expulsou ex-presidentes e desligou conselheiros, além da renúncia do ex-presidente Duílio Monteiro Alves ao título de sócio remido.
- Tuma Júnior destacou que não havia procedimento formal contra ele na Comissão de Ética e reforçou a necessidade de pacificação e organização do processo eleitoral.
- O dirigente também informou que não assumirá o clube durante a viagem do presidente Osmar Stabile e pediu unidade entre conselheiros para respeitar o resultado da reforma estatutária.
O Corinthians tem um novo capítulo na gestão do seu Conselho Deliberativo. Nesta segunda-feira, 15 de junho, Romeu Tuma Júnior reassumiu a presidência do órgão, após dois meses afastado por licença médica e motivação política. O retorno ocorre em meio a cobranças internas e à votação da reforma estatutária.
Durante a ausência do titular, o vice-presidente Leonardo Pantaleão atuou como presidente em exercício e conduziu reuniões marcadas por decisões relevantes. Sob sua gestão, foram aprovadas medidas que culminaram na expulsão definitiva de Andrés Sánchez e Augusto Melo do quadro de associados, além do desligamento de três conselheiros.
O momento exige tranquilidade institucional, segundo Tuma Júnior. A agenda central é a Assembleia Geral prevista para 20 de junho, que debaterá e votará a reforma do Estatuto do Corinthians. O dirigente destacou na comunicação oficial a intenção de manter a normalidade dos trabalhos da Comissão Eleitoral.
Nota oficial de Romeu Tuma Júnior
Após licença, Tuma Júnior afirma ter acompanhado a situação do clube com atenção e retorna buscando serenidade e urgência institucional. Ele informa não haver denúncias formais contra ele na Comissão de Ética e reforça a prioridade à vida institucional.
O dirigente reforça que a prioridade é unir o clube em torno da votação da reforma estatutária, garantindo que o resultado seja respeitado institucional e juridicamente. Também cita a pacificação institucional e a normalização dos trabalhos da comissão eleitoral, para o pleito de novembro.
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