- Carlos Queiroz, 73 anos, assume o comando da seleção de Gana para o Mundial, iniciando contra o Panamá em Toronto na quarta-feira (16).
- Ao chegar, ele entra na história ao disputar seu quinto Mundial como técnico, buscando igualar o recorde de Bora Milutinović (cinco Copas consecutivas).
- O recorde de participações como técnico em Copas do Mundo é de seis, pertencente a Carlos Alberto Parreira, ainda que não consecutivas.
- Queiroz foi nomeado após Otto Addo ser demitido em março, substituição anunciada em abril.
- A carreira do treinador inclui passes por Portugal, Irã e pelo Real Madrid, além de atuação como assistente de Alex Ferguson no Manchester United; ele destaca ter quarenta anos de experiência para a função.
Carlos Queiroz assumiu o comando de Gana há apenas dois meses e entra para a história ao participar do quinto Mundial como técnico. O time africano estreia no Grupo L contra o Panamá, em Toronto, na quarta-feira 16. A campanha faz parte de uma trajetória que começou em 2010.
A escolha de Queiroz substituiu Otto Addo, demitido em março após resultados insatisfatórios em amistosos. O anúncio, feito em abril, surpreendeu o ambiente do futebol ganense, com foco na reconstrução para o torneio que reúne Canadá, México e EUA.
Aos 73 anos, o técnico encara o desafio de igualar o recorde de participações consecutivas em Copas do Mundo, já atingido por Bora Milutinović entre 1986 e 2002. Ele soma cinco torneios com seleções diferentes.
Histórico da carreira de Queiroz
Antes de Gana, Queiroz já treinou equipes de renome, incluindo Real Madrid, e atuou como assistente de Alex Ferguson no Manchester United. Seu último cargo foi na seleção de Omã, no oitavo país a comandar uma seleção nacional.
No currículo, destacam-se dois títulos da Copa do Mundo Sub-20 com Portugal, em 1989 e 1991, além de revelar talentos como Luís Figo, Paulo Sousa e João Pinto. A expectativa em Gana é levar o país ainda mais longe na competição.
Em Portugal, Queiroz é visto como pioneiro que ajudou a estruturar uma cultura de formação, ligando universidade ao campo. O técnico reforça estar pronto para a função e afirma levar cerca de 40 anos de experiência para cada decisão.
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