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Argentina tenta quebrar maldição dos campeões da Copa do Mundo

Atual campeã mundial, a Argentina estreia contra a Argélia, buscando quebrar a maldição de bicampeonato que não se repete desde 1962

Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962 • Foto: Allsport/Hulton
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  • Argentina estreia na Copa do Mundo nesta terça-feira, às 22h (horário de Brasília), contra Argélia, em Kansas City, pela primeira rodada do Grupo J.
  • Os atuais campeões mundiais buscam o tetracampeonato e tentar quebrar a maldição de não ver bicampeão consecutivo desde 1962.
  • Ao longo da história, apenas Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) conseguiram dois títulos seguidos; outras seleções não repetiram.
  • França foi a equipe mais próxima de um bicampeonato recente, mas, no Catar, foi superada pelos argentinos nos pênaltis na grande final.
  • Alemanha (2014), Espanha (2010) e Itália (2006) já tiveram eliminações precoces em edições subsequentes após seus títulos.

A Argentina, campeã mundial, estreia na Copa do Mundo nesta terça-feira (16). A seleção encara a Argélia às 22h (horário de Brasília) em Kansas City, abrindo o Grupo J. A partida marca o início da busca pelo tetracampeonato.

O time sul-americano tenta manter o título, mas enfrenta uma curiosa maldição: desde 1962, o campeão não conquista o bicampeonato. O novo torneio traz o desafio de quebrar esse histórico ruim.

A Argentina chega para a estreia com o objetivo de confirmar o favoritismo e manter a pressão sobre o rival do grupo. A competição ocorre em território norte-americano, perto do início da fase de grupos.

Contexto histórico

Historicamente, apenas Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) conseguiram dois títulos consecutivos. Desde então, cinco seleções disputaram finais seguidas sem vencer duas taças seguidas.

Entre as equipes que chegaram perto, França (2018) ficou mais próximo ao bicampeonato, perdendo nos pênaltis para a Argentina no Catar. Alemanha, Espanha e Itália também passaram por fases difíceis após títulos anteriores.

Outras campanhas recentes mostraram dificuldades de campeões em defender o título na edição seguinte. O panorama reforça o desafio da Argentina para buscar o tetra em solo mundial.

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