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Casagrande diz que aposta de recuperação deveria ter sido Estêvão, não Neymar

Casagrande afirma que Estêvão deveria ter sido aposta de recuperação em vez de Neymar, criticando a gestão da CBF e a suposta carteirada na convocação

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  • Walter Casagrande, no Posse de Bola, avaliou que a recuperação deveria ter sido de Estêvão, não de Neymar.
  • Casagrande critica a CBF e o comando técnico por priorizar Neymar, que chegou com lesão de grau dois na panturrilha, em detrimento de Estêvão, que nem foi convocado por estar lesionado; Estêvão é artilheiro da era Ancelotti.
  • O comentarista afirma que Neymar tem recuperação lenta e questiona a falta de sequência de jogos do atacante.
  • Juca Kfouri sustenta que a convocação envolveu interesses fora de campo, incluindo uma suposta carteirada política ligada a patrocinadores e a Francisco Mendes.
  • Arnaldo Ribeiro amplia a crítica para o comando de Ancelotti, dizendo que a discussão expõe frustração com as concessões feitas no início do trabalho do treinador.

Durante o programa Posse de Bola, do Canal UOL, Walter Casagrande avaliou a recuperação de jogadores na seleção durante a Copa do Mundo, afirmando que a aposta deveria ter recaído em Estêvão, não em Neymar. O comentarista criticou a condução da CBF e do comando técnico por priorizar o atacante.

Segundo Casagrande, Estêvão, jovem atacante do Chelsea, é artilheiro da era de Carlo Ancelotti na seleção, mas não foi convocado por estar lesionado. Neymar, por sua vez, apareceu com lesão de grau 2 na panturrilha, o que motivou a escolha de priorizar o atacante.

Casagrande reforçou que, na visão dele, a recuperação de Estêvão seria mais rápida devido à juventude, ao porte físico e ao momento do jogador. A crítica non encontra indicação de erro de fisioterapia ou de medicamentos.

Juca Kfouri afirmou que a decisão envolveu interesses extracampo, citando uma suposta carteirada política ligada a patrocinadores e a um dirigente. Alega que há influência de bastidores na escolha pela convocação de Neymar.

Arnaldo Ribeiro ampliou a crítica para o comando técnico de Ancelotti, sugerindo que a discussão ultrapassa Neymar e expõe frustrações com concessões feitas ao treinador no início do trabalho com a seleção.

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