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Copa de 2026 registra recorde de filhos de jogadores que disputaram o Mundial

Copa de 2026 tem recorde de duplas pai e filho, com nove estreias entre gerações, ampliando para 36 o total na história dos Mundiais

Haaland e companhia ensinam fãs a acertarem pronuncias de nomes de jogadores noruegueses
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  • A Copa do Mundo de 2026 passa a ter nove nomes de filhos de ex-jogadores que disputaram o Mundial, elevando o total histórico de duplas pai e filho para 36.
  • Cinco desses estreiam nesta terça-feira: Giuliano Simeone e Nico Paz (Argentina), Luca Zidane (Argélia), Erling Haaland (Noruega) e Kristian Thorstvedt (Noruega).
  • Completam o grupo os americanos Sebastian Berhalter, o português Francisco Conceição, o holandês Justin Kluivert, o escocês Angus Gunn e o sul-coreano Lee Tae-seok.
  • Além dos nove novos, a edição de 2026 já conta com Marcus Thuram e Giovanni Reyna, que participaram do Mundial de 2022.
  • Entre os pares pai-filho já existentes, destacam-se várias gerações ao longo da história, incluindo nomes como Maldini e Thiago Alcântara, Mazinho e Thiago, entre outros.

A Copa do Mundo de 2026 chega com um recorde histórico: nove atletas que são filhos de jogadores que disputaram Mundiais anteriores entram na competição. Entre eles estão argentinos, noruegueses, americanos, portugueses, holandeses, escoceses e sul-coreanos. A presença dessas duplas aumenta o total para 36 na história.

A novidade eleva o número de famílias que já tiveram pai e filho em Copas. Entre os estreantes, dois nomes chamam a atenção por ligações diretas com ícones do futebol mundial, como Luca Zidane, filho de Zinedine Zidane, e Erling Haaland, filho de Alf-Inge Haaland. A edição de 2026 já soma reforços de gerações passadas ao longo de seu calendário.

Novos integrantes da tradição

Entre os estreantes, Giuliano Simeone e Nico Paz defendem a Argentina, enfrentando o Argel Luca Zidane e a Argélia no Grupo J. Do lado europeu, Erling Haaland e Kristian Thorstvedt representam a Noruega no Grupo I, contra o Iraque. A lista traz também Sebastian Berhalter (EUA), Francisco Conceição (Portugal), Justin Kluivert (Holanda), Angus Gunn (Escócia) e Lee Tae-seok (Coreia do Sul).

Com os veteranos que já haviam disputado o Mundial de 2022, Marcus Thuram e Giovanni Reyna completam o grupo já conhecido de gerações anteriores. Historicamente, a primeira dobradinha ocorreu em 1950, no Brasil, com Mario Perez. Hoje, já são 36 pares registrados na história dos Mundiais.

Entre relatos de ligações familiares no futebol, destaca-se o caso de Luca Zidane, filho de Zinedine Zidane, que defende a Argélia. Không é o único com dilemas de apoio: Zizou deve escolher qual jogo assistir à distância, com a estreia de Luca em Kansas City. O confronto argentino-argentino também ganhou a atenção da imprensa.

A relação entre pais e filhos em Copas do Mundo já soma várias gerações. Entre exemplos, Mazinho e Thiago Alcântara, do Brasil à Espanha, aparecem na lista. O histórico também inclui duplas de Portugal, Holanda, Inglaterra e Costa Rica, refletindo a presença de filhos de ex-jogadores em Mundiais ao redor do mundo.

Veja a relação completa das duplas formadas por pais e filhos em Copas do Mundo ao longo da história:

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