- Uma família em Manchester, Reino Unido, adotou torcer por quatro seleções — Estados Unidos, Inglaterra, Escócia e Espanha — para manter a paz entre familiares de origens diferentes.
- A mãe Ashley Jackson, de 42 anos, e o marido Andi, de 41, dividem a paixão pelo futebol para engajar os dois filhos na cultura europeia.
- Em jogos entre EUA e Inglaterra, cada um fica em extremos do sofá, com os filhos servindo de ponte entre as nações.
- O filho Levon, de 7 anos, acompanha estatísticas e coleciona figurinhas; a filha Matilda, de 4, escolhe o time pela beleza dos uniformes.
- Os pais planejam reprisões de jogos importantes de dia, devido aos horários no Reino Unido, e querem manter o ambiente esportivo e respeitoso na casa.
A família Jackson vive a Copa do Mundo com torcidas divididas entre quatro países. Ashley Jackson, 42, adotou a paixão por quatro seleções para manter a paz em casa, em Manchester, Reino Unido. O marido Andi, 41, também é parte da estratégia de conciliar raízes e parentescos.
A torcida contempla Estados Unidos, Inglaterra, Escócia e Espanha. O objetivo do casal é evitar rivalidades entre as origens de cada filho e incentivar a participação das crianças na cultura do futebol europeu. O arranjo envolve todos de forma igualitária.
Detalhes da organização
A cada jogo, a família planeja a logística para manter o clima de convivência. Quando EUA e Inglaterra se enfrentam, Ashley e Andi ocupam posições opostas no sofá, mantendo os filhos como apoio a cada lado.
Levon, 7 anos, compreende a dupla nacionalidade e apoia ambas as seleções, enquanto Matilda, 4, escolhe o time pela estética do uniforme. A dupla afirma que o diálogo é essencial para evitar atritos durante a competição.
Rotina e adaptação
A família já se prepara para horários britânicos desregulados. Planos incluem reprises diurnas de partidas marcadas para a noite, simulando ao vivo para as crianças. O objetivo é manter o envolvimento sem prejudicar a convivência.
Ashley afirma que a convivência de diferentes culturas redefine lealdades em casa. Andi reforça que o respeito é fundamental para manter a harmonia. A ideia é celebrar o futebol sem conflitos entre familiares.
Perspectiva futura
Levon coleciona figurinhas e acompanha estatísticas, fortalecendo o espírito esportivo. Em casa, a recepção para os jogos é discreta, evitando o incômodo com vizinhos próximos. O foco permanece no entretenimento e na convivência saudável.
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