- A Fifa informou que não encontrou evidências de violações do código disciplinar após investigar o gesto de Shaun Evans, árbitro-assistente de vídeo, durante a Copa do Mundo.
- Evans afirmou que o sinal de “OK” invertido foi um movimento involuntário e subconsciente, não intencional nem comunicativo.
- O gesto ocorreu enquanto a equipe do VAR era mostrada em Dallas, antes da vitória da Alemanha por setes a um sobre Curaçao, no domingo.
- A PFRA da Austrália apoia o resultado da apuração e disse que Evans atua com profissionalismo, respeito e integridade.
- A Fifa e organizações antidiscriminatórias destacaram a importância do devido processo, com relatos de que o gesto possui leituras controversas, mas não houve punição ao árbitro.
Shaun Evans, árbitro-assistente de vídeo (VAR) da Copa do Mundo, foi inocentado pela Fifa após investigação sobre um gesto com a mão. O caso ganhou holofotes após ser visto fazendo um sinal de OK invertido durante a exibição da equipe de VAR em Dallas, antes da partida entre Alemanha e Curaçao.
Segundo a Fifa, não houve violação do Código Disciplinar da entidade. A apuração não encontrou evidências de conduta discriminatória ou comunicativa vinculada a supremacia. Evans afirma ter feito o gesto sem consciência, descrevendo-o como movimento involuntário e subconsciente.
Evans tem 38 anos e integra a lista de árbitros da Fifa desde 2017. A PFRA da Austrália apoiou o resultado, destacando profissionalismo e integridade. A reunião de árbitros da Copa previa a exibição de cada equipe com seus nomes; a imagem do VAR gerou debates nas redes.
Dados da investigação e posicionamento oficial
A FIFA confirmou a conclusão da investigação e que não haverá punição ao árbitro. Evans alegou que imagens posteriores mostraram movimentos repetidos enquanto ele segurava uma caneta, o que sustenta a versão de movimento involuntário.
A PFRA ressaltou que o árbitro representa valores de técnica, respeito e integridade. O órgão sinalizou apoio à decisão da FIFA e manteve apoio a Evans como membro da arbitragem australiana.
Contexto e repercussão
O gesto gerou controvérsia e discussions públicas, com entidades antirracismo pedindo esclarecimentos. Organizações de combate à discriminação acompanharam o caso, buscando contextualizar o significado do sinal na prática esportiva.
Evans segue disponível para atuar no restante do torneio, conforme informou a FIFA. A organização reiterou o compromisso com o devido processo e a justiça na avaliação de incidentes envolvendo oficiais.
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