- A Copa do Mundo de 2026 começou na semana passada cercada de polêmicas, entre políticas migratórias dos Estados Unidos e preços altos de ingressos.
- O escritor e jornalista esportivo inglês Joey D’Urso afirma que o torneio caminha para o autoritarismo, cenário em que a Fifa estaria mais confortável.
- D’Urso é especialista em aspectos políticos das Copas, com foco na interseção entre futebol, política e poder.
- Segundo ele, a entidade global estaria menos voltada a questões sociais e mais tolerante a regimes mais autoritários em países-sede.
- A imagem vinculada mostra opositores do regime iraniano protestando na frente do estádio onde o Irã enfrentaria a Nova Zelândia, em Los Angeles.
O Mundial de futebol de 2026 começou na semana passada cercado por controvérsias que vão desde políticas migratórias dos EUA até o preço dos ingressos, destacado pelo público. O escritor e jornalista esportivo inglês Joey D’Urso aponta uma tendência de o torneio caminhar para o autoritarismo, com a Fifa demonstrando maior conforto nesse cenário.
D’Urso atua há anos na interseção entre futebol, política e poder, e reitera que as decisões da Fifa vêm cada vez mais centradas em aspectos institucionais e de poder, em detrimento de pautas sociais. O especialista avalia que a entidade ganhou espaço para operacionar em ambientes politicamente conturbados, mantendo foco técnico e organizacional.
Em Los Angeles, opositores do regime iraniano protestaram nas proximidades de estádios onde disputas estavam programadas, incluindo o jogo entre Irã e Nova Zelândia. O ato ocorreu em meio a tensão diplomática e a cobertura internacional do Mundial, com manifestantes buscando chamar atenção para questões políticas nacionais.
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