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Juca diz que convocação de Neymar para a Copa foi carteirada política

Convocação de Neymar para a Copa desperta debate sobre influência política e patrocinadores, com críticas à necessidade técnica e à continuidade de jogos

Neymar na Copa do Mundo de 2026
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  • Juca Kfouri afirma que a convocação de Neymar para a Copa de 2026 teve peso político e de patrocinadores, não apenas técnico.
  • Segundo ele, a permanência de Neymar evidenciou interferência nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol e falta de explicação pública.
  • Kfouri cita como exemplo a participação de Francisco Mendes, vice-presidente da Federação Matogrossense de Futebol e filho do ministro Gilmar Mendes, relacionando-a a uma suposta “carteirada” de poder.
  • Walter Casagrande crítica a escolha por motivos esportivos, dizendo que Neymar não teve intensidade nem sequência de jogos suficientes para sustentar o ritmo atual do futebol.
  • Casagrande aponta histórico de lesões de Neymar, afirmando que não seria adequado apostar em um jogador de 34 anos com múltiplas lesões nos últimos anos.

A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 gerou debate sobre peso político e de patrocinadores, segundo Juca Kfouri, no programa Posse de Bola, do Canal UOL. A leitura é de que a decisão ficou marcada por influências externas ao critério técnico.

Kfouri afirma que a permanência do jogador, que provavelmente só terá condições de atuar na fase mata-mata, expõe interferência nos bastidores da CBF e lacunas de transparência pública sobre o processo de escolha. Ele cita declarações atribuídas a Francisco Mendes, vice-presidente da Federação Mato-grossense de Futebol e filho do ministro Gilmar Mendes, em Lisboa, sugerindo que Mendes teria participado da convocação. Para o comentarista, trata-se de uma carteirada político-marketológica.

Pelo lado esportivo, Walter Casagrande diverge da escolha e diz que não apoiou a convocação em função das exigências atuais do futebol, que demandam intensidade e continuidade de jogos. Ele aponta que Neymar, aos 34 anos, enfrenta histórico de lesões recentes e não apresenta ritmo consistente para sustentar o nível de competição esperado.

Casagrande detalha que, nos últimos anos, Neymar acumula lesões e períodos afastado, o que, na visão dele, torna inadequada a aposta em um jogador com esse histórico para um campeonato de alta exigência física. A avaliação é de que o jogador não vem mantendo a cadência necessária desde projetos anteriores.

Durante a cobertura da Copa do Mundo de 2026, o Posse de Bola é exibido diariamente às 8h30, com edições especiais após as partidas da seleção brasileira. A equipe do portal acompanha os desdobramentos com atualizações regulares, mantendo o público informado sobre novidades e análises.

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