- Müller afirma que a Nike interferiu na convocação da seleção brasileira nos anos 90, especialmente em 1996, quando a empresa teria pressão sobre a CBF para convencer jogadores a assinar contrato.
- Segundo o ex-atacante, havia imposição comercial: se o jogador não assinasse com a Nike, poderia ficar de fora das convocações.
- Müller disse ter presenciado esse tipo de pressão ao longo da carreira, destacando a mudança do futebol para um modelo de negócio.
- O Estadão contatou a Nike e a CBF sobre o tema, mas ainda não houve resposta; a matéria será atualizada com manifestações.
- Müller foi tetracampeão mundial em 1994 e atuou em três Copas do Brasil, tendo passagem por clubes como São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos e Cruzeiro.
Müller, tetracampeão mundial com a seleção em 1994, acusa a Nike de ter influenciado convocações da equipe brasileira nos anos 90. Em participação no programa ao vivo Seleção Estadão, ele afirmou que a fornecedora chegou a pressionar jogadores em 1996, quando passou a patrocinar o time.
O ex-atacante contou ter presenciado casos em que a Nike teria condicionado a continuidade de atletas à assinatura de contratos com a marca. Segundo ele, o discurso era claro: sem acordo com a Nike, o jogador não seria convocado para a seleção.
O Estadão questionou Nike e CBF sobre as acusações, mas ainda não houve resposta das entidades. A matéria será atualizada caso haja manifestação oficial. Müller disputou Copas do Mundo em 1986, 1990 e 1994, atuando por clubes como São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos e Cruzeiro.
Alega influência da Nike
Ao longo de vinte anos de carreira, Müller afirma que o futebol se tornou um grande negócio. Ele sustenta que a intervenção não foi apenas na escalação, mas na convocação de jogadores, com o interesse comercial como motivação central.
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