- Durante a 1ª rodada da Copa do Mundo, as bandeiras da Arábia Saudita e do Iraque não tocaram o gramado na cerimônia de entrada das seleções, seguindo o protocolo para evitar desrespeito religioso.
- A bandeira da Arábia Saudita carrega a Shahada, expressão islâmica, e, segundo o Ministério da Cultura do país, não deve tocar o chão nem qualquer superfície.
- A bandeira do Iraque traz a inscrição “Allahu Akbar”, também tratada com cuidado especial por questões religiosas, apesar de não haver lei específica semelhante à saudita.
- Em outros jogos da Copa, como Argentina e Argélia, o protocolo foi seguido com bandeiras erguidas pelos funcionários.
- O UOL entrou em contato com a Fifa para um posicionamento oficial e atualizará a notícia com a resposta da entidade.
O que aconteceu
Durante a cerimônia de entrada das seleções na Copa do Mundo, as bandeiras gigantes da Arábia Saudita e do Iraque não tocaram o gramado. As bandeiras de Uruguai e Noruega também ficaram erguidas pelos funcionários, sem contato com o chão.
Motivos e contexto
O ato levou em conta tradições religiosas associadas aos símbolos nacionais de ambos os países. A bandeira saudita exibe a Shahada, a declaração de fé islâmica, considerada desrespeitosa caso toque o solo. A bandeira iraquiana carrega a expressão Allahu Akbar.
Protocolo no futebol e demais partidas
Segundo o Ministério da Cultura da Arábia Saudita, a bandeira não deve tocar qualquer superfície. Embora a lei iraquiana não tenha norma igual, a inscrição religiosa leva o símbolo a receber tratamento especial no país. Em outras partidas, como Argentina e Argélia, o protocolo foi seguido com bandeiras no chão.
O que diz a organização
O UOL entrou em contato com a Fifa para posicionamento formal sobre o tema, e a entidade afirmou que o texto seria atualizado com um pronunciamento oficial caso haja manifestação. A cobertura continua acompanhando novos desdobramentos.
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