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Rabiot e Vinicius criticam gramado de Nova York na Copa do Mundo

Adrien Rabiot denuncia gramado de Nova York/Nova Jersey como duro e seco, seguindo Vinicius Júnior na crítica à superfície

Rabiot domina a bola na vitória sobre Senegal; o meia criticou o gramado do estádio de Nova York/Nova Jersey
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  • O meio-campista francês Adrien Rabiot criticou a qualidade do gramado do estádio de Nova York/Nova Jersey após a vitória da França sobre Senegal por 3 a 1.
  • Rabiot disse que o campo parecia menos gramado de verdade e mais superfície artificial, ressaltando que era muito duro e rígido; ele havia feito uma assistência na estreia da França.
  • O técnico Didier Deschamps chamou o gramado de “superfície especial” e sugeriu que há concreto sob o piso, com fibras curtas aparentes.
  • Deschamps comentou que o piso parecia diferente do utilizado no Mundial de Clubes passado no mesmo estádio, e que a equipe está se adaptando às condições.
  • Vinicius Júnior já havia sinalizado preocupação com a secura do gramado no empate do Brasil com o Marrocos, destacando que o calor deixava a superfície seca e o jogo lento; Senegal enfrenta a Noruega no próximo jogo no local, na segunda-feira.

O meia francês Adrien Rabiot voltou a levantar a questão do gramado do estádio de Nova York/Nova Jersey, depois da vitória da França por 3 a 1 sobre Senegal na terça-feira. O jogador também classificou a superfície como pouco semelhante a um gramado tradicional.

Rabiot afirmou, aos jornalistas, que o piso parecia mais uma superfície artificial, com sensação de dureza e rigidez, em um campo que receberá a final da Copa do Mundo em julho. O comentário ganhou tempo de fala ao lado da vitória da equipe.

Desempenho e críticas ao gramado

Didier Deschamps, técnico francês, disse, em entrevista coletiva, que o gramado é uma espécie de superfície especial, sugerindo a presença de concreto e fibras curtas sob o piso. O treinador destacou que o quique da bola é diferente e que a França está se adaptando às condições.

O mesmo estádio recebeu a disputa do Mundial de Clubes da FIFA no ano anterior, segundo Deschamps, que apontou variações no comportamento do campo. A seleção vem ajustando o ritmo do jogo diante das condições apresentadas.

Vinicius Jr, do Brasil, também já havia apontado preocupação com a secura da superfície no início de estágio no local, afirmando que o calor deixava o gramado seco e o ritmo do jogo mais lento. A conversa ampliou o debate sobre as condições do estádio.

Próximo compromisso

Senegal enfrentará a Noruega no próximo encontro marcado para o estádio, na segunda-feira, 22 de junho, mantendo a intenção de manter o foco na adaptação ao solo do estádio.

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