- O treinador francês Renard foi contratado pela Federação Tunisiana durante o Mundial para substituir Sabri Lamouchi, após a derrota por 5 a 1 para a Suécia.
- Renard afirmou que não houve tempo para planejamento longo e que o foco imediato é vencer os próximos jogos contra Japão, em 21 de junho, e Holanda, em 26 de junho.
- Ele viajará de Paris a Monterrey para iniciar o trabalho, com o primeiro treino quase imediato; a comissão técnica incluirá análise de vídeo, preparação física e goleiros.
- O francês, de 57 anos, já dirigiu três seleções em Copas do Mundo consecutivas: Marrocos (2018), Arábia Saudita (2022) e, agora, Tunísia (2026).
- A nomeação ocorre após Renard deixar a Arábia Saudita há cerca de dois meses; ao longo de 18 anos na carreira, ele conquistou títulos como a Copa Africana de Nações com Zâmbia (2012) e Costa do Marfim (2015).
Renard foi anunciado como novo técnico da Tunísia durante a disputa da Copa do Mundo. A nomeação ocorreu após a demissão de Sabri Lamouchi e a derrota por 5 a 1 para a Suécia. A decisão foi tomada sem tempo para planejamento de longo prazo, com foco imediato nas próximas partidas.
O treinador francês de 57 anos assumiu o comando para conduzir a equipe nos Jogos do Mundial, substituindo Lamouchi. A Tunísia enfrenta Japão em 21 de junho e Holanda em 26 de junho, buscando recuperação na competição.
Renard já viajou para Monterrey, no México, para iniciar o trabalho. O primeiro treino deve ocorrer logo após a chegada. A comissão técnica inclui Nicolas Baudoin (análise de vídeo), David Barriac (preparação física) e Gilles Le Floch (goleiros).
Histórico de missões de curto prazo
Renard chega à Copa após deixar a Arábia Saudita há cerca de dois meses. Ele já comanda seleções em Mundiais, incluindo Marrocos em 2018 e Arábia Saudita em 2022.
O francês dirige pela terceira vez uma seleção em Copas, repetindo passagem por seleções africanas. Em 2012 venceu a Copa Africana com a Zâmbia; em 2015, com a Costa do Marfim.
A trajetória recente envolve assumir a Costa do Marfim em 2014 e levar a equipe ao título africano, antes de migrar para a Tunísia em 2026, sob pressão para resultados rápidos no Mundial.
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