- A Copa do Mundo terá um trio de arbitragem totalmente feminino pela primeira vez nesta edição, no jogo entre República Tcheca e África do Sul, nesta quinta-feira, dia 18.
- A árbitra principal é Tori Penso, dos Estados Unidos, de 39 anos, primeira mulher norte-americana a apitar uma Copa do Mundo masculina.
- As assistentes são Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt, ambas dos Estados Unidos.
- Nesta edição, seis mulheres foram convocadas para o quadro de arbitragem entre 170 profissionais, e nenhuma é brasileira.
- Entre outras árbitras de destaque estão Katia Garcia, do México; Tatiana Guzmán, da Nicarágua, na função de VAR; e Sandra Ramírez, do México.
O confronto entre República Tcheca e África do Sul, marcado pela presença de um trio de arbitragem totalmente feminino, ocorre nesta quinta-feira (18) na Copa do Mundo. Será a primeira vez nessa edição e apenas a segunda na história da competição que uma equipe toda feminina apita uma partida.
A árbitra principal é Tori Penso, dos Estados Unidos, de 39 anos. Ela é a primeira mulher norte-americana a apitar uma Copa do Mundo masculina e já comandou a final da Copa do Mundo Feminina de 2023. As assistentes são Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt, também dos EUA.
Composição da equipe
No total, seis mulheres integram o quadro de arbitragem desta edição, entre 170 profissionais selecionados para o torneio. Não houve seleção de representantes brasileiros para o grupo de apitadores.
Outras árbitras que se destacam no indicates: Katia Garcia, árbitra principal mexicana reconhecida pela IFFHS; Tatiana Guzmán atua como VAR pela Nicarágua; Sandra Ramírez trabalha como assistente pelo México.
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