- Brasil encara o Haiti na sexta-feira, 19 de junho, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
- Brasil busca a vitória após o empate com Marrocos na estreia; o Haiti perdeu para a Escócia na abertura e tenta resistir.
- Neymar está fora; o técnico Carlo Ancelotti deve promover mudanças na equipe, com possibilidade de Matheus Cunha ganhar vaga e alterações nas laterais e no meio.
- O Haiti, comandado por Sebastien Migne, mantém o 4-4-2 e pode ter Duckens Nazon desde o início, buscando reação ofensiva.
- Em confrontos anteriores, o Brasil venceu os três duelos, com saldo agregado de 17 a 1; este será o primeiro duelo entre as equipes em Copas do Mundo.
O Brasil encara o Haiti nesta sexta-feira (19), em tempo de Copa do Mundo, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia. A segunda rodada do Grupo C traz o jogo após o empate brasileiro com Marrocos na estreia. A vitória é essencial para manter o controle da campanha.
O Haiti, que disputa sua segunda Copa do Mundo, chega após derrota para a Escócia na estreia. Sebastien Migne mantém a ideia de defesa firme e transições rápidas, com foco em surpreender o elenco brasileiro. A diferença técnica entre as seleções segue evidente.
A tabela aponta o Brasil com um ponto e o Haiti sem pontos. A Escócia lidera com três, após vencer o Haiti. O confronto no fim de semana pode exigir mudanças estratégicas do técnico brasileiro para avançar na fase de grupos.
Detalhes da partida
O Brasil entra em campo com expectativa de reação após o tropeço inicial. Alisson segue no gol; alterações devem ocorrer na linha defensiva e no meio-campo para aumentar a ofensiva. Neymar está fora da partida.
O técnico Carlo Ancelotti pode promover Danilo e Alex Sandro nas laterais, com Danilo retornando à direita. No meio, Casemiro tem chance de ganhar autonomia defensiva, com Fabinho disputando posição. Matheus Cunha aparece como opção de mobilidade no ataque.
Haiti e o que esperar
A formação do Haiti costuma ser 5-4-1, com Thompson pela direita e Josué Casimir como destaque criativo. Duckens Nazon pode entrar desde o início para buscar gols, enquanto Wilson Isidor agrega capacidade de manter a posse e sustentar o ataque haitiano.
A seleção caribenha aposta na organização defensiva e em contra-ataques rápidos. A finalização precisa, porém, ainda é a principal deficiência para enfrentar o adversário americano, brasileiro de maior elenco e histórico.
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