- A Seleção brasileira entrará em campo com a camisa azul, calção azul e meias pretas pela primeira vez em Copas, nesta sexta-feira (19/6), às 21h30, contra o Haiti, em Filadélfia.
- A combinação inédita marca a estreia das meias pretas na Copa do Mundo.
- A camisa azul carrega história: em 1958, diante do impasse com o amarelo, foram compradas camisas azuis em Estocolmo e os escudos foram costurados manualmente.
- A mudança de cor foi associada a Nossa Senhora Aparecida; naquele Mundial, o Brasil venceu a final por 5 a 2 contra a Suécia.
- Em Copas, a camisa azul foi usada em 15 jogos, com 11 vitórias, 1 empate e 3 derrotas (aproveitamento de 73,3%), o melhor entre os uniformes já usados pela seleção em Mundiais.
A Seleção Brasileira volta a vestir a camisa azul em uma Copa do Mundo nesta sexta-feira (19/6), às 21h30, diante do Haiti, em Filadélfia. O jogo é pela segunda rodada da fase de grupos do Mundial de 2026, com a combinação azul, azul e pretas nas meias pela primeira vez em Mundiais.
A decisão de usar o uniforme histórico celebra o passado vitorioso da equipe, que participou de importantes momentos com a camisa azul, marcada por 11 vitórias, 1 empate e 3 derrotas em Copas, desde 1958.
Além do retorno da tradicional azul, as meias pretas entram pela primeira vez em uma Copa do Mundo, compondo o conjunto com camisa azul e calção azul. A combinação inédita surpreende, mas será utilizada apenas nesta partida.
Retrospecto da camisa azul em Copas
Em 15 partidas oficiais de Copas, a camisa azul contabiliza 11 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, com aproveitamento de 73,3%. O uniforme foi usado em momentos decisivos ao longo das edições do torneio.
Historicamente, a azul representa um capítulo importante da história da seleção, destacando-se em quatro dos cinco títulos mundiais: 1962, 1970, 1994 e 2002, conforme registros da imprensa esportiva brasileira.
Origem histórica da camisa azul
A origem do uniforme azul remete à final de 1958, quando o Brasil, sem a cor amarola em tom exclusivo, optou por camisas azuis compradas em Estocolmo. Escudos e números foram costurados pela delegação, transformando o azul em símbolo nacional.
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