- O jogador da RD Congo, Ngal’ayel Mukau, afirmou que Cristiano Ronaldo não é mais o mesmo, está mais velho, mas continua entre os maiores do esporte.
- Ele disse que não houve preparação especial para marcar Ronaldo e que, com a idade, não é o mesmo esforço necessário para marcar, mas que mantém respeito pelo jogador.
- Congo e Portugal ficaram no empate por 1 a 1, e os europeus tiveram pouca (quase nenhuma) ameaça durante a partida.
- O técnico Thomas Tuchel reclamou da posição dos fotógrafos durante o hino nacional e pediu à Fifa que mude o posicionamento.
- Sobre Portugal, afirmou que o futebol é assim: poderia ter vencido ou perdido; ambas as equipes tiveram chances.
O empate por 1 a 1 entre RD Congo e Portugal encerrou a partida disputada recentemente, com as equipes se revezando na chance de vencer. O duelo não teve gols nos minutos finais e manteve o favoritismo europeu apenas parcialmente comprovado. O local do confronto não foi informado.
Ngal’ayel Mukau, zagueiro da RD Congo, afirmou após o jogo que Cristiano Ronaldo já não é o mesmo jogador por idade, mas ainda é um dos maiores do esporte. Ele ressaltou respeito ao astro português e disse que, aos 38 anos, não é necessário o mesmo esforço para marcar.
O encontro terminou com o desempenho ofensivo de Portugal abaixo do esperado, enquanto a seleção africana conseguiu equilibrar o placar mesmo diante do favoritismo teórico. A decisão acabou em igualdade, com chances distribuídas ao longo do jogo.
Reação de Tuchel aos fotógrafos
O treinador expressou insatisfação com a cobertura fotográfica durante o hino, alegando desfoque causado por uma multidão de profissionais, e pediu que a Fifa ajuste a posição dos fotógrafos para futuras partidas.
Observações sobre o desempenho de Portugal
Segundo o treinador, o time não esteve completamente desfavorecido, mas poderia ter vencido ou perdido, dependendo das chances criadas. A análise aponta equilíbrio entre os dois elenos da partida, sem uma dominância clara.
Comentários adicionais de jogadores
Danilo, brasileiro, afirmou que o Brasil precisa de maturidade semelhante à da França ou da Argentina para enfrentar megapartidas. Ele ressaltou a necessidade de ajustar ferramentas táticas para fases decisivas, sem apontar responsabilidades específicas.
Entre na conversa da comunidade