- Robert Kidiaba, ex-goleiro do TP Mazembe, integra a comissão técnica da seleção da RD Congo para a Copa do Mundo de 2026.
- Ele atua como preparador de goleiros da equipe que defendeu mais de 60 vezes entre 2002 e 2015, incluindo três Copas Africana de Nações.
- Kidiaba teve carreira vitoriosa no Mazembe, com mais de seiscentos jogos e títulos continentais, além do vice na Copa do Mundo de Clubes de 2010.
- A RD Congo iniciou a preparação para o Mundial em Bélgica, após surto de ebola no país, e todos os membros da delegação passaram por 21 dias de fora do Congo para obter autorização de entrada nos Estados Unidos.
- A estreia da RD Congo na Copa será contra Portugal, com Cristiano Ronaldo comandando o ataque.
Robert Kidiaba, ex-goleiro do TP Mazembe, foi confirmado como membro da comissão técnica da RD Congo para a Copa do Mundo de 2026. Oあと, ele atuará como preparador de goleiros da seleção que disputará o Mundial pela primeira vez na carreira. A escolha marca a continuidade de uma carreira ligada ao futebol congolesa.
Kidiaba defendeu a RD Congo entre 2002 e 2015, atuando em mais de 60 jogos pela equipe. Durante esse período, participou de três Copas Africanas, mas não teve oportunidade de disputar um Mundial, já que o país não se classificava desde 1974, quando ainda era Zaire. No TP Mazembe, o goleiro soma mais de 600 partidas e coleciona três títulos continentais.
A trajetória de Kidiaba após o encerramento da carreira inclui retornos ao Mazembe em 2017 e a atuação como preparador de goleiros pela seleção. Além disso, ele teve passagem na política ao ser eleito deputado em 2019, cargo mantido até 2023, sem recondução na eleição seguinte.
A estreia da RD Congo na Copa será contra Portugal, diante do ataque liderado por Cristiano Ronaldo, considerado o maior artilheiro do futebol mundial. A presença de Kidiaba no banco congoleses coloca em foco a defesa da equipe frente ao ícone lusitano.
A preparação de RD Congo sofreu influências de uma crise sanitária recente, com surto de ebola no país. A situação impactou logística e treinamentos, que foram transferidos de Kinshasa para a Bélgica. Para entrar no território norte-americano, a delegação precisou cumprir 21 dias de afastamento prévio.
A epidemia também repercutiu na presença de torcedores nas arquibancadas, pois muitos viram impedidos seus vistos para os EUA. A organização destacou medidas adicionais para manter a equipe apta a competir na Copa, mesmo diante dos entraves sanitários.
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