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Meia cabo-verdiano, surpresa da Copa, já foi carteiro para complementar renda

Garry Rodrigues, meia cabo-verdiano que já trabalhou como carteiro à noite na Holanda, ganha destaque após o empate de Cabo Verde com a Espanha.

Garry Rodrigues, meio-campo da seleção de Cabo Verde — Foto: Instagram
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  • Espanha e Cabo Verde empataram em zero a zero na estreia da Copa do Mundo de 2026, em 15 de junho, com os cabo-verdianos buscando surpresa diante de uma das favoritas.
  • Garry Rodrigues, meia-campo de Cabo Verde, ganhou destaque na equipe na atual disputa mundial.
  • Rodrigues nasceu em Roterdã, na Holanda, e chegou a trabalhar como carteiro à noite para complementar a renda antes de voltar ao futebol profissional.
  • O jogador representa Cabo Verde desde 2013, soma mais de 60 partidas e atualmente atua pelo Apollon Limassol, do Chipre.
  • A trajetória dele inclui passagem por categorias de base do Feyenoord, empréstimo ao Dordrecht, e passagens por Levski Sofia, Elche, PAOK, Galatasaray, Al-Ittihad, Fenerbahçe e Olympiacos.

O empate entre Espanha e Cabo Verde marcou a estreia da equipe africana na Copa do Mundo de 2026. A partida terminou 0 a 0, em um confronto mantido em alto nível e com momentos de controle alternado. O resultado surpreendeu quem esperava favoritismo espanhol.

O duelo ocorreu na abertura da participação de Cabo Verde no torneio mundial. A seleção africana, disputando pela primeira vez o Mundial, mostrou organização defensiva e transições rápidas, segurando o placar contra uma das favoritas ao título.

Garrry Rodrigues, meia de Cabo Verde, ganhou destaque na partida e na cobertura do torneio. O jogador, de 35 anos, tem história incomum para o alto nível do esporte. Atuando hoje pelo Apollon Limassol, do Chipre, Rodrigues nasceu em Roterdã, na Holanda, e representa Cabo Verde desde 2013, com mais de 60 partidas.

A trajetória de Rodrigues é marcada por altos e baixos. Ele chegou a trabalhar como carteiro à noite, na Holanda, para complementar a renda e manter o sonho de jogar profissionalmente. O retorno aos gramados só aconteceu após superar fases de contratos difíceis.

O amadurecimento aconteceu após um teste que gerou oportunidades, marcando o retorno dele ao cenário profissional. O meia também teve passagens por clubes como Levski Sofia, Elche, PAOK, Galatasaray, Al-Ittihad, Fenerbahçe e Olympiacos, chegando ao atual clube em solo cipriota.

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