- A Copa do Mundo de 2026 reúne filhos de ex-jogadores em uma seleção de herdeiros, com novas gerações buscando seus próprios nomes no cenário mundial.
- Goleiro Luca Zidane defenderá a Argélia, trazendo o peso do legado do pai Zinedine Zidane na história de Copas.
- A defesa traz gerações conectadas: Lee Tae-Seok (Coreia do Sul), filho de Lee Eul-Young; Mamadou Sarr (Senegal), filho de Pape Sarr; e Tyler Bindon (Nova Zelândia), cuja mãe foi goleira em Copas femininas.
- No meio-campo, aparecem Giuliano Simeone e Nico Paz, ligados a Diego Simeone e Pablo Paz, respectivamente; Kristian Thorstvedt (Noruega) e Damian Bobadilla (Paraguai) completam o setor.
- No ataque, Marcus Thuram (França) é filho de Lilian Thuram; Justin Kluivert (Holanda) é filho de Patrick Kluivert; Erling Haaland traz a ligação com Alf-Inge Haaland.
A Copa do Mundo de 2026 reserva a presença de nomes familiares no elenco de várias seleções, mas com novas caras em campo. Filhos de campeões e de ícones do futebol trazem a herança de Mundiais anteriores para os gramados dos EUA, México e Canadá. A ideia é construir histórias próprias, mantendo a ligação com gerações passadas.
Entre os herdeiros, a ideia de seleção baseada em sobrenomes ganha forma com jovens que carregam memórias de grandes confrontos. Alguns chegam com o peso do passado, outros constroem trajetórias que podem surpreender pela atuação em Copas futuras.
Defesa dos herdeiros
No gol, Luca Zidane defenderá a Argélia. Filho de Zinedine Zidane, ele nasceu em 1998 e chega com histórico de quem viu o pai brilhar na França vitoriosa de 1998. A defesa envolve também jovens com ligações diretas às seleções que já balançaram a galeria de Copas.
Lee Tae-Seok, Coreia do Sul, é filho de Lee Eul-Young, integrante do time semifinalista em 2002. Ao lado dele aparece Mamadou Sarr, do Senegal, herdeiro de Pape Sarr, que surpreendeu em 2002 ao eliminar a França. Completa o trio Tyler Bindon, da Nova Zelândia, com mãe pioneira em Copas pela NZ.
Meio-campo
A Argentina aparece com Giuliano Simeone, filho de Diego Simeone, veterano em três Copas. Nico Paz divide espaço com Bruno Paz, de ligação com a geração de 1998. Kristian Thorstvedt, da Noruega, está em posição de disputar a Copa no país do pai Erik, que foi titular em 1994.
Damian Bobadilla, do Paraguai, completa o setor. O meia do São Paulo é filho de Aldo Bobadilla, que integrou as seleções paraguaias em Mundiais anteriores.
Ataque
No ataque, Marcus Thuram representa a França e carrega o legado de Lilian Thuram, símbolo da conquista de 1998. Justin Kluivert, da Holanda, busca trilhar o caminho do pai Patrick, que marcou gols na semifinal de 1998.
Erling Haaland é a grande estrela, filho de Alf-Inge Haaland, que disputou a Copa de 1994 nos Estados Unidos. O jovem atacante chega com a expectativa de protagonismo para a seleção da Noruega.
Além dos filhos
A relação familiar não fica apenas entre pais e filhos. Marcos Llorente, da Espanha, é sobrinho-neto de Francisco Gento, ícone do Real Madrid. Rani Khedira, da Tunísia, é irmão de Sami Khedira, campeão pela Alemanha em 2014.
Outras ligações aparecem entre gerações, como Abedi Pelé, pai de Jordan Ayew, que não disputou Mundiais, e a história de George Weah, pai de Timothy Weah, que participou de Copas pela seleção dos EUA.
Outros herdeiros em 2026
Entre os nomes que chegam à Copa, Angus Gunn, da Escócia, é filho de Brian Gunn, que disputou o Mundial de 1990. Na Noruega, além de Haaland e Thorstvedt, Alexander Sørloth tem ligação com Copas anteriores.
Francisco Conceição, de Portugal, é filho de Sérgio Conceição, que jogou pelo país em 2002. Giovanni Reyna, dos EUA, herdou o legado de Claudio Reyna, capitão em diversas edições. Sebastian Berhalter, também norte-americano, traz a história de seu pai, Gregg Berhalter, pela seleção dos EUA.
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