- Na Copa do Mundo, jogadores de Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Japão, México, Coreia do Sul e Marrocos foram vistos com chuteiras na tonalidade rosa.
- Não houve ação conjunta entre as fabricantes; Nike, Adidas, Puma e New Balance chegaram, de forma independente, à mesma conclusão sobre a cor.
- O rosa foi escolhido por oferecer maior contraste com o gramado verde, aumentando a visibilidade dos atletas.
- A chuteira funciona como vitrine de patrocínios individuais, diferindo dos uniformes, que seguem contratos oficiais; cada partida vira uma disputa de atenção e valor de marca.
- A estrategista Tamara Lorenzoni diz que a cor deixou de ser elemento estético para funcionar como linguagem de marca, com a visibilidade sendo cada vez mais valorizada pela popularização de conteúdos digitais.
A Copa do Mundo ainda está no início, e já aparece uma tendência nos gramados: jogadores de Brasil, Alemanha, EUA, Japão, México, Coreia do Sul e Marrocos usam chuteiras rosa. O objetivo é ampliar o contraste com o verde do gramado, aumentando a visibilidade em campo.
As quatro grandes fabricantes — Nike, Adidas, Puma e New Balance — chegaram à mesma conclusão após pesquisas independentes. O tom rosa fortalece a presença do jogador e funciona como vitrine para contratos de patrocínio individuais.
A estratégia vai além do visual. Tamara Lorenzoni, estrategista de marcas, aponta que a cor hoje funciona como linguagem: comunica posicionamento, gera reconhecimento rápido e diferenciação em ambientes competitivos. Comentários de branding ganham peso com dados de comportamento.
Com as transmissões digitais, o papel das cores se intensifica. A chuteira precisa funcionar bem em fotos, vídeos curtos e telas diversas, tornando a visibilidade um ativo valioso. As cores viram ferramenta central para atrair a atenção do público.
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