- PVC alerta que o Brasil não terá jogo fácil contra o Haiti na segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
- Ele compara ao histórico da Copa América Centenário, há dez anos, destacando a vitória de 7 a 1 sobre o Haiti e a eliminação após derrota para o Peru.
- Trajano afirma que o confronto é “moleza”, mas que o Brasil deve usar o jogo para firmar uma ideia e observar jogadores.
- O comentarista aposta em muitas substituições, por considerar o adversário fraco e aproveitar para testar nomes.
- A cobertura do Posse de Bola vai ao ar todos os dias às 8h30, com edições extras após as partidas e programas especiais relacionados.
O Brasil encara o Haiti na segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo e precisa vencer para manter o ritmo de classificação. A leitura de Paulo Vinícius Coelho, no Posse de Bola, aponta que o duelo não deve ser fácil, mesmo diante de um adversário considerado fragilizado.
Segundo o comentarista, há paralelos com a Copa América Centenário, disputada há dez anos. Ele lembrou que o Brasil estreou empatando com o Equador e, na segunda partida, derrotou o Haiti por 7 a 1, mas acabou eliminado após perder para o Peru e sofreu a queda de treinador. A diferença, diz, é que a atual competição pode ter desdobramentos diferentes na fase de grupos.
Já José Trajano adotou outra visão e classificou o confronto como moleza, ressaltando a necessidade de o Brasil manter o foco para firmar uma ideia de jogo e observar atletas. A expectativa é de utilização de diversas substituições ao longo da partida, visto o favoritismo sobre o adversário.
A cobertura do UOL para a Copa do Mundo de 2026 manterá o Posse de Bola com novidades diárias, às 8h30, durante o torneio. Em dias de jogos do Brasil, haverá edição extra do programa logo após as partidas, além de edições especiais do Fim de Papo e do UOL News Esporte após os grandes confrontos.
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