- O Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina da FIFA em 2027, entre 24 de junho e 25 de julho.
- O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, destacou descentralização e impacto social como foco do torneio.
- A Lei Geral da Copa, Lei nº 15.421, garante segurança jurídica e estabelece critérios de promoção da igualdade de gênero e combate à discriminação.
- O programa TEAtivo será expandido para incluir crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista, oferecendo atendimento em novas regiões.
- O governo planeja ações de divulgação e organização em várias cidades, com uma cerimônia de lançamento em Miami no dia 24 de junho; oito cidades brasileiras foram escolhidas para sediar partidas.
O Brasil se prepara para sediar a Copa do Mundo Feminina da FIFA em 2027. O torneio está marcado para acontecer entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, com oito cidades-sede no país. As ações visam ampliar a participação, segurança jurídica e inclusão social, mantendo o foco na transformação sociocultural.
O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, detalhou as medidas em entrevista ao programa Bom Dia Ministro. Ele ressaltou que a prioridade é fortalecer a valorização do esporte feminino e promover mudanças de percepção, além de obras e infraestrutura para a competição.
Cordeiro mencionou a Lei Geral da Copa, a Lei n° 15.421, que orienta a organização do evento, assegura segurança jurídica e estabelece critérios de promoção da igualdade de gênero e combate à discriminação. Também destacou a expansão do TEAtivo, voltado a crianças com TEA.
Descentralização e inclusão
A gestão federal pretende descentralizar o preparation do Mundial, envolvendo diversas regiões do país e ampliando a divulgação do torneio. A cerimônia de lançamento da campanha está prevista para acontecer em Miami, no dia 24 de junho, como parte da contagem regressiva para o evento.
Além das etapas de divulgação, o governo reforça o uso de fontes locais e participação de estados fora das capitais, buscando engajamento regional e social. A estratégia visa criar legado social e ampliar o acesso à prática esportiva entre meninas e jovens.
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