- Na Copa do Mundo de 2026, a Coreia do Sul passou a usar nomes nas camisas em vez de sobrenomes; Son veste Heungmin na estreia contra a Tchéquia, na vitória por 2 a 1.
- O Centro Cultural Coreano explica que isso facilita a identificação pelo público internacional, pois sobrenomes como Kim, Lee e Park são muito comuns.
- A tradição coreana coloca o sobrenome antes do nome, indicando clã e linhagem; mesmo assim, Son aparecerá com Heungmin na camisa durante o torneio.
- Além disso, a seleção mantém a estratégia de trocar números entre jogadores para confundir o adversário, prática iniciada no ciclo para 2018.
- Nos amistosos pré-Copa, Son usou a camisa 13; na estreia, atuou com o número 7.
A Coreia do Sul entrou em campo na Copa do Mundo de 2026 com uma mudança no uniforme: agora as camisas exibem o nome do jogador em vez do sobrenome. A alteração ficou evidente com Son Heung-min, que apareceu com o nome Heungmin na estreia contra a Tchéquia, vitória por 2 a 1 de virada.
Segundo o Centro Cultural Coreano, a escolha facilita a identificação internacional, já que sobrenomes como Kim, Lee ou Park são muito comuns. Mesmo assim, a ordem tradicional continua sendo sobrenome seguido do nome, o que mantém Son como Son Heung-min fora da camisa. Durante a Copa, o astro terá apenas Heungmin.
Mudança de significado por tradição
O centro explica que a prática de colocar o sobrenome antes do nome está ligada ao confucionismo e à valorização da família na cultura coreana. O sobrenome indica clan e origem histórica, muitas vezes associando o jogador a uma região ou linhagem específica.
Estratégia de campo e números
Além da identificação, a Coreia do Sul tem adotado a troca de números para confundir rivais. A tática surgiu no ciclo de 2018 e, embora usada com menos ênfase em 2022, retornou sob o comando do técnico atual. Nos amistosos pré-Copa, Son vestiu a camisa 13, enquanto na estreia usou o número 7.
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