- Em 2026, seis jogadoras do Cruzeiro Feme ocesso (feminino) sofreram ruptura de ligamento cruzado anterior (LCA) no joelho, gerando preocupação no clube.
- Luiza Parreiras, gerente da categoria, afirma que o Cruzeiro busca soluções para evitar novas lesões e recuperar as atletas afastadas.
- O clube investe em profissionais especializados e em tecnologia para monitorar a saúde das atletas, com equipes de fisioterapia, preparação física e medicina do esporte atuando em conjunto.
- As jogadoras recebem exercícios específicos de fortalecimento e prevenção, com acompanhamento constante para detectar problemas precocemente.
- A diretora ressalta que o Cruzeiro acompanha pesquisas e novidades na prevenção de lesões de LCA para atuar com segurança e reduzir o número de casos.
O Cruzeiro Feminino vive uma fase preocupante com uma sequência de lesões de LCA no joelho. Em 2026, seis jogadores da equipe profissional romperam o ligamento. Ao todo, sete atletas estão afastadas em decorrência do problema.
A situação tem causado apreensão na comissão técnica e na diretoria. A prioridade é proteger a saúde das atletas e reduzir novos casos, mantendo o time competitivo.
Luiza Parreiras, gerente da categoria na Toca da Raposa, explicou as ações em curso. Ela destacou a ênfase na preparação física, prevenção e monitoramento constante das jogadoras.
“Estamos buscando soluções para que isso não aconteça mais. É uma preocupação grande, porque sabemos que as mulheres têm maior incidência de lesões de LCA. Estamos trabalhando para melhorar a preparação física, a prevenção e o acompanhamento das jogadoras”, afirmou.
Ela disse ainda que o clube investe em profissionais especializados e em tecnologia para monitorar a saúde. A equipe atua com fisioterapia, preparação física e medicina do esporte.
“Temos uma equipe de fisioterapia, de preparação física e de medicina do esporte que trabalha junto com as jogadoras. Além disso, fazemos acompanhamento constante para detectar qualquer problema antes que se torne uma lesão mais grave”, completou.
Paralelamente, o Cruzeiro acompanha novidades e pesquisas na área de prevenção de LCA. O objetivo é permitir que as jogadoras atuem com segurança e sem riscos de lesões graves.
A diretoria segue avaliando ajustes na preparação física, nos protocolos de treino e no acompanhamento médico. A esperança é reduzir o número de casos e manter o time estável para o restante da temporada.
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