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Endrick volta muito para buscar jogo, e Ancelotti não quer isso

Ancelotti não usa Endrick por encaixe tático; ele volta para buscar jogo, mas não se encaixa nem como referência nem como segundo atacante, diz Mattos

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  • Carlo Ancelotti ainda não usa Endrick, pois vê no atacante um comportamento que foge do desenho tático que ele quer para a seleção brasileira.
  • Rodrigo Mattos, no Fim de Papo, afirma que o técnico busca funções bem definidas no ataque e não escalaria Endrick por pressão de torcida ou mídia.
  • O comentarista resume o encaixe do atleta com a expressão “nem uma coisa nem outra”: Endrick não se encaixa como referência nem como segundo atacante mais associativo.
  • A ideia é que o elenco tenha funções específicas; Endrick acaba voltando muito para buscar jogo, o que não é desejado pelo treinador.
  • Outros debatedores defendem abrir espaço para jovens, mas com equilíbrio, sugerindo minutos já no próximo jogo e destacando a necessidade de uma cobrança por desempenho consistente.

Carlo Ancelotti ainda não utiliza Endrick na seleção brasileira de acordo com Rodrigo Mattos, que explicou a preocupação tática do técnico. O comentarista aponta que Endrick não se encaixa nos papéis que o treinador quer para o ataque.

Segundo Mattos, a chave está no encaixe de funções: o elenco tem opções com papéis bem definidos, e Endrick não representa uma referência nem um segundo atacante agregativo. O foco é na consistência do desenho tático, não em pressão da torcida.

A discussão sobre a evolução de jovens na seleção ganhou contornos com Gabriel Sá defendendo mais espaço para caçulas, desde que haja equilíbrio. Ele cita Endrick e Rayan como exemplos de jogadores que podem ganhar minutos já em jogos preparatórios.

Luiza Oliveira ressaltou que a estreia da equipe elevou a impaciência da torcida, em função de erros básicos e desorganização. Ela afirma que o time precisava de um jogador capaz de quebrar linhas e desequilibrar, o que, na visão dela, justifica o interesse por Endrick.

A comentarista acrescentou que a ausência de um rótulo claro para o atacante ajuda a explicar a imprevisibilidade do jogador, ainda que o treinador tenha prioridade para o trabalho sem a bola e a recomposição defensiva.

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