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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, citou a Democracia Corinthiana no dia da estreia do Brasil na Copa, contra o Marrocos.
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Ele lembrou Sócrates, capitão da seleção em 1982, como símbolo de resistência política e engajamento cívico.
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Mamdani explicou que se referia ao meio-campista brasileiro, e não ao filósofo grego.
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A fala foi interpretada como uma provocação ao governo de Donald Trump, alinhada à posição de Mamdani, que é socialista.
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No sábado, após Brasil e Haiti, Casagrande, comentarista do UOL, deve se reunir com Mamdani no Queens, e deixará com ele uma camisa autografada da Democracia Corinthiana.
O ex-jogador da seleção brasileira que hoje ganha espaço na política recebeu um gesto simbólico de amizade entre gerações do futebol. O líder de uma legenda de esquerda nos Estados Unidos elogiou a Democracia Corinthiana em meio à estreia do Brasil na Copa do Mundo.
A prefeitura de Nova York, representada por um episódio de sua tiden política, lembrou Sócrates, capitão da seleção em 1982, como referência de engajamento cívico. A menção ocorreu em um vídeo publicado nas redes oficiais, na véspera de uma partida entre Brasil e Marrocos.
No sábado, depois de Brasil e Haiti, o encontro foi confirmado entre o político e Casagrande, ex-jogador que atuou pela seleção em 1986 e que atualmente trabalha como comentarista no UOL, nos Estados Unidos. A reunião acontece no bairro do Queens, em Nova York.
Casagrande deverá entregar a Mamdani uma camisa autografada da Democracia Corinthiana, movimento político que aproximou futebol e política na época de Sócrates. O gesto reforça a ligação entre figuras históricas do futebol brasileiro e lideranças políticas atuais.
A origem do movimento Democracia Corinthiana remonta aos anos 1981 e 1983, quando atletas integraram a campanha Diretas Já e defenderam maior participação popular na vida política. O episódio é lembrado como marco de resistência cívica no futebol brasileiro.
Historicamente, Sócrates tornou-se símbolo de coragem cívica ao liderar o grupo no Corinthians, ao lado de Wladimir e Casagrande, conforme registros da época. A nova reunião no Queens busca manter viva a memória de esse período de mobilização social.
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