- A Fifa aceitou as restrições de vistos e outras medidas dos EUA para a Copa, afirmando não poder interferir na autonomia do país-sede.
- As cidades-sede enfrentam obrigações de obras, infraestrutura e regras para patrocínios, com custos elevados e benefícios limitados.
- A Fifa projeta lucro de US$ 5,155 bilhões com a Copa de 2026, mesmo ante gastos operacionais de cerca de US$ 2,7 bilhões e aproximadamente US$ 1 bilhão em pagamentos a clubes e federações.
- Investimentos em segurança, transporte e estádios elevam os custos para as cidades, que reclamam dos ônus e da pouca compensação financeira.
- A arrecadação prevista da Fifa para 2026 é de US$ 8,9 bilhões, resultando no lucro de US$ 5,155 bilhões, alegando uso do dinheiro para o desenvolvimento do futebol mundial.
O FIFA aceitou as restrições impostas pelo governo dos EUA para a Copa do Mundo de 2026, sem contestação pública. A ponto de vista da entidade, não cabe interferir na autonomia do país-sede, mesmo com impactos diplomáticos.
Condições de entrada e vistos contribuíram para bater-volta de ireis e restrições a torcedores de vários países. A medida envolve políticas de visto e garantias financeiras para obtenção de ingresso, conforme anunciadas pelas autoridades americanas.
A Fifa firmou acordos com 16 cidades-sede, contendo obrigações de infraestrutura, segurança, transporte e instalações provisórias. Os contratos asseguram lucros previstos para a instituição, estimados em US$ 5,155 bilhões, com custos operacionais e de apoio a clubes.
Contexto diplomático
As restrições de vistos têm origem em políticas de imigração dos EUA, que incluíram exigência de garantias financeiras. A Fifa não rejeita nem endossa tais medidas, apenas as registra como parte do acordo com as cidades-sede.
Impactos econômicos
Os contratos de cidade-sede exigem patrocinadores aprovados pela FIFA e limitam oportunidades de ganhos. Relatórios indicam custos com segurança, obras e logística, além de custos com viagens de equipes e federações.
Custos da organização
A FIFA prevê gastos operacionais de US$ 2,7 bilhões para o Mundial, mais cerca de US$ 1 bilhão para clubes e federações. A projeção de receita total é de US$ 8,9 bilhões, resultando em lucro de US$ 5,155 bilhões, segundo a instituição.
Observação final
A FIFA afirma destinar os recursos para o desenvolvimento do futebol mundial, mantendo o foco em padrões internacionais de qualidade para 2026.
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