- A CBF e os clubes não costumam divulgar a formação escolar dos jogadores, dificultando registros sobre ensino médio ou cursos superiores.
- Neymar, 34 anos, é apontado como não tendo concluído o ensino médio (terceiro ano); Marquinhos está com ensino médio completo, enquanto Douglas Santos não teria chegado ao ensino médio.
- Weverton é citado como aluno em Gestão Financeira na Faculdade das Américas (FAM); Danilo disse que pretende cursar Psicologia e começou Jornalismo na modalidade EAD, mas não há confirmação de graduação concluída.
- Endrick, 19, em 2023 conciliava escola com futebol, ainda no segundo ano do ensino médio, quando se preparava para a transferência ao Real Madrid; para outros convocados não há dados sobre conclusão escolar.
- O texto ressalta que muitos jovens deixam a escola para o esporte, o que pode atrasar planos educacionais; a CBF não disponibiliza dados oficiais sobre a formação dos atletas.
O levantamento sobre o grau de escolaridade dos jogadores da seleção brasileira na Copa aponta variações entre ensino médio incompleto e início de cursos superiores. A informação envolve os 26 atletas convocados para o Mundial, segundo fontes públicas citadas.
Neymar, 34, aparece como quem não concluiu o ensino médio, conforme a Folha de S.Paulo, que baseia a afirmação em um levantamento com a seleção olímpica de 2016. Marquinhos, 32, consta com ensino médio completo, enquanto Douglas Santos, 32, não chegou ao ensino médio.
Weverton, 38, é citado, em 2021, como aluno de Gestão Financeira na FAM, em ação de patrocínio do Palmeiras. Danilo, 34, afirmou que pretende cursar Psicologia e iniciou Jornalismo na modalidade EAD, sem confirmação de conclusão.
Entre os mais jovens, Endrick, 19, cursava o segundo ano do ensino médio em 2023, quando se preparava para a transferência ao Real Madrid. Outros convocados, como Vini Jr., Casemiro, Raphinha, Alisson e Bruno Guimarães, não têm dados públicos sobre formação escolar.
A CBF não divulga detalhadamente a formação educacional dos atletas. O material disponível aponta que muitos jovens deixam a escola para despontar no futebol, o que pode atrasar o planejamento escolar.
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