Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Haitiano que encara Brasil pede abertura para crianças sonharem

Haiti busca reabertura do país para manter crianças sonhando com o futebol, enquanto Ricardo Adé entra em campo na Copa do Mundo

Zagueiro Ricardo Adé é um dos jogadores mais conhecidos do Haiti, pois atua na LDU, clube do Equador
0:00
Carregando...
0:00
  • Ricardo Adé, zagueiro da LDU, tem 36 anos e pode representar o Haiti numa Copa do Mundo, diante da seleção contra a qual muitos torciam no país.
  • O haitiano saiu aos 14 anos em busca de carreira no futebol, passou por Tailândia, Chile e Equador, foi campeão pelo Aucas e joga pela LDU desde 2023.
  • A reportagem acompanhou Adé em Miami, onde afirmou que crianças no Haiti sonham em jogar bola e proporcionar orgulho às famílias.
  • O técnico brasileiro Tiago Nunes elogia o atleta, destacando a persistência e a liderança defensiva dele.
  • O Haiti enfrenta instabilidade: o aeroporto de Porto Príncipe está fechado para voos internacionais há quase dois anos, e as eliminatórias foram realizadas em Curaçao.

Ricardo Adé, zagueiro haitiano de 36 anos, teve a vida marcada pela distância entre o Haiti e o futebol internacional. Hoje jogador da LDU, no Equador, ele se tornou símbolo da diáspora que busca oportunidades fora do país natal para sonhar com o futebol.

Adé deixou o Haiti ainda jovem em busca de carreira. Depois de passagem por Tailândia, Chile e, finalmente, o Equador, ele consolidou-se na LDU em 2023 e disputou amistosos que antecedem a Copa do Mundo. A trajetória é valorizada pela trajetória de superação.

Em Miami, durante a preparação para o Mundial, Adé descreveu a pressão de manter o sonho vivo para crianças no Haiti. O atacante ressalta que a abertura do país facilitaria a continuidade dos sonhos de jovens jogadores que consideram o futebol uma via de transformação familiar.

A Liga de Quito mantém Adé como líbero da equipe, com atuação formidável na defesa e leitura de jogo. O técnico brasileiro Tiago Nunes destaca a dedicação dele, citando a história de resiliência desde as primeiras oportunidades profissionais aos 27 anos.

No Haiti, Adé é referência, sendo o segundo capitão da seleção, enquanto o goleiro Placide lidera com a braçadeira. A equipe já disputou Copas do Mundo, mas não pode jogar em casa durante as eliminatórias por causa da violência no país, com partidas realizadas em Curaçao.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais