- Antonio Rüdiger defende a liberdade de religião na seleção alemã após a oração conjunta com Curaçao em campo, na estreia da Copa do Mundo.
- A goleada foi de sete a um; Nmecha e Tah abraçaram os jogadores de Curaçao durante a oração no gramado.
- O zagueiro muçulmano afirmou que não vê problema e classificou as imagens como bonitas, pedindo respeito à liberdade de crença.
- Sobre Jonathan Tah, o ex-capitão da seleção elogiou o jogador e afirmou que ele está em ascensão e tem tempo para liderar.
- Rüdiger, que nesta Copa figura no banco de reservas, reconheceu seu novo papel e ressaltou que, na seleção, a posição não é a mesma do clube.
Antônio Rüdiger, zagueiro da Alemanha, defendeu seus companheiros Felix Nmecha e Jonathan Tah após a partida contra Curaçao, na estreia da Copa do Mundo, em que houve uma oração conjunta no gramado após a goleada por 7 a 1. A cena ocorreu durante o fim do jogo.
Rüdiger, muçulmano praticante, afirmou que não vê problema na atividade e destacou que as imagens ganharam as telas do mundo, ressaltando que são bonitas e refletem liberdade de crença. O defensor pediu que não haja polêmica.
O ex-capitão alemão reforçou que o tema é pessoal e que o país se baseia em liberdade de expressão e de crença, afirmando que não há motivo para controvérsia em torno da cena com Curaçao.
Tah, elogiado pelo ex-capitão, foi citado como referência recente na equipe, com comentários de que já mostrou capacidade na última temporada pelo Bayern de Munique. Rüdiger disse que Tah pode exercer papel de liderança.
Rüdiger, atualmente no banco de reservas na Copa, afirmou aceitar o novo papel na seleção, destacando que a vida de clube difere da vida na equipe nacional e que cada jogador tem seu tempo para se firmar.
Entre na conversa da comunidade