- Elye Wahi, atacante da Costa do Marfim, foi barrado pela imigração canadense e não entrou no Canadá; ficará nos Estados Unidos.
- Ele não jogará o próximo duelo da Copa do Mundo pela seleção marfinense, contra a Alemanha, em Toronto.
- A investigação envolve suspeita de manipulação de resultados, com a hipótese de ter provocado deliberadamente um cartão amarelo em 17 de maio, pelo Nice.
- O atacante foi detido após marcar dois gols na vitória do Nice sobre o Saint-Étienne, que garantiu a permanência do clube na primeira divisão; teve liberação provisória.
- A Federação Marfinense de Futebol afirmou que não foi notificada de processo legal e que Wahi continua sendo jogador da seleção, mas não poderá viajar ao Canadá, pois as autorizações de entrada não foram obtidas.
O atacante Elye Wahi, natural da Costa do Marfim, não ingressou no Canadá após impedimento da imigração canadense. Ele permanece nos Estados Unidos, país onde a seleção marfinense fez sua estreia na Copa do Mundo.
De acordo com a imprensa, Wahi está sob investigação relacionada a uma possível manipulação de resultado envolvendo um cartão amarelo. A apuração é vinculada a ações ocorridas em 17 de maio, durante partida pelo Nice.
O atleta titular da Costa do Marfim no jogo de abertura contra o Equador não viajou com a delegação para o Canadá. A imprensa relata que as autorizações administrativas para a entrada no Canadá ainda não foram concluídas.
A Costa do Marfim venceu seu primeiro jogo no torneio e, sem Wahi, segue foco na próxima partida da fase de grupos contra a Alemanha. A FIF confirmou o não embarque do jogador para o Canadá e que ele permanece nos Estados Unidos.
Declaração da FIF
A Federação Marfinense de Futebol informou que não havia notificação oficial de processo legal ou administrativo contra Wahi até aquele momento. A entidade reafirmou apoio ao jogador e manteve a confiança nele, destacando sua importância para a equipe.
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