- A partida do Brasil acontece na Filadélfia, onde fica a estátua de Rocky Balboa em frente ao museu de arte.
- A torcida brasileira evita vestir a camisa de adversários na estátua, sob a ideia de uma “maldição” ligada ao feito.
- A história ganhou força após a derrota do Equador para a Costa do Marfim por 1 a 0 no último domingo, segundo a tradição.
- A maldição já foi associada a torcidas do Philadelphia Eagles e a exemplos como Vikings e Patriots em anos anteriores.
- Brasil enfrenta o Haiti na sexta-feira pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
A seleção brasileira enfrenta o Haiti nesta sexta, em Filadélfia, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. O confronto ocorre na cidade onde está a estátua de Rocky Balboa, atração turística famosa pela escadaria do museu, cenário de treinos do cinema.
Torcedores passaram a evitar vestir camisas de times na estátua, segundo risco de “maldição” associada ao local. A prática ganhou força após a tradição ganhar versões entre torcidas da NFL e alcançar a Copa.
A maldição já atingiu outros favoritos: em 2018, o Minnesota Vikings supostamente sofreu derrota ao vestir Rocky roxo e amarelo. Em 2018, Patriots também foi citado em relação a uma vitória dos Eagles. A estátua fica em frente ao museu de arte da cidade.
Contexto da superstição
A história envolve a torcida do Philadelphia Eagles, que associou trajes de alusão a adversários a maus resultados. A cidade é referência pela ligação do filme Rocky Balboa às escadarias do museu, lembradas na trilha sonora Eye of the Tiger.
Desdobramentos recentes
No fim de semana anterior, a torcida do Equador vestiu a estátua, mas terminou derrotada em jogada aos 45 do segundo tempo. O episódio elevou o debate sobre o alcance dessa superstição no torneio.
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