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Casagrande: seleção não vai longe com a bola atual

Casagrande critica o nível da seleção: jogo chato não leva longe; Trajano vê falsa empolgação; Lavieri aponta oscilações; PVC destaca Vinícius e a necessidade de substituir Raphinha

Brasileirão 2026 - Brasil x Haiti - Comemoração de Matheus Cunha no primeiro gol da seleção brasileira
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  • Casagrande avalia o jogo da seleção brasileira contra o Haiti como “chato” e abaixo do necessário para ir longe na Copa do Mundo de 2026.
  • Trajano diz que o resultado não deve inflar a análise e que houve falsa empolgação da torcida diante de um adversário pouco desafiador.
  • Lavieri aponta oscilação e dificuldade de fazer o jogo fluir, mesmo vendo evolução, o desempenho ainda é insosso.
  • PVC destaca que o time precisa olhar para quem decide em campo, com Neymar fora do grupo; Vinícius Júnior foi o destaque nos dois jogos e é preciso resolver a reposição de Raphinha.
  • A seleção ainda enfrenta questões de ritmo e saída de bola para chegar ao nível exigido em Copas, sem um número 10 claro no momento.

O Brasil venceu o Haiti em jogo válido pela Copa do Mundo 2026, conforme avaliação do comentarista Walter Casagrande Júnior, divulgado no programa Posse de Bola, do Canal UOL. A vitória foi considerada abaixo do esperado para a competição de alto nível.

Casagrande afirmou que a partida foi pouco atrativa e teve pouca imposição do Brasil no primeiro tempo. O comentarista disse que houve pouca agressividade e domínio, destacando que os gols surgiram de forma natural, sem refletir o desempenho desejado em Copas. A leitura foi de que a equipe não está jogando no patamar das seleções que costumam chegar longe.

José Trajano, por sua vez, ponderou que o resultado não deve inflar a análise. O jornalista ressaltou a existência de uma falsa empolgação entre torcedores, ao verem grandes comemorações em várias cidades, mesmo diante de um adversário considerado de menor dificuldade.

Danilo Lavieri discordou de leitura de que a equipe morreu fisicamente no segundo tempo, apontando oscilações e dificuldade de fazer o jogo fluir. Ele percebeu mudanças de posicionamento e alguma evolução, mas considerou o desempenho insuficiente para os objetivos da seleção.

A leitura sobre o elenco e prioridades

Pelos especialistas ouvidos, Vinícius Júnior aparece como principal destaque nos dois jogos avaliados. A discussão sobre Neymar, ausente do grupo, foi reduzida por críticos que entendem que a realidade é outra. Resta definir quem terá função de substituto de Raphinha.

PVC enfatizou que a equipe precisa identificar os jogadores que decidirem as partidas, reduzindo o foco apenas em Neymar. O comentarista também indicou a necessidade de encontrar um criador após a ausência de um número 10 tradicional, apontando o papel titular para Vinícius Júnior.

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