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Copa do Mundo de 2027 deve ser virada para o futebol feminino, diz ministro

Brasil sediará a primeira Copa do Mundo feminina na América do Sul, com promessa de virada de chave para igualdade e legado no esporte

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  • Copa do Mundo feminina de 2027 será sediada no Brasil, a primeira na América do Sul.
  • Em entrevista à RECORD NEWS, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, afirmou que o evento já começa a ser preparado há pelo menos dois anos, buscando a maior e melhor edição da história e um legado de virada de chave.
  • A Lei Geral da Copa Feminina, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece marco regulatório para o torneio junto à Fifa, com o objetivo de gerenciar regras sem comprometer a soberania brasileira.
  • O ministro destacou a existência de discrepância entre o futebol masculino e o feminino e afirmou que a Copa de 2027 tem como meta trazer o futebol feminino a um patamar de igualdade.
  • Segundo ele, os programas de esporte no Brasil devem atuar em diversas esferas, como lazer, inclusão social, educação e universitária, além do rendimento.

Em 2027, a Copa do Mundo feminina será realizada no Brasil, marcando a primeira edição na América do Sul. O anúncio aumenta expectativas e promete impacto simbólico e estrutural no futebol nacional.

O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, concedeu entrevista exclusiva à RECORD NEWS sobre o torneio e as políticas públicas de incentivo ao esporte. O foco é preparar o país para a competição de forma planejada e responsável.

Ele destacou que o evento não começa no apito inicial, mas há pelo menos dois anos de preparação. A meta é promover a virada de chave na visão sobre o futebol feminino no Brasil.

Marco regulatório e legado

O ministro mencionou a Lei Geral da Copa Feminina, sancionada pelo presidente Lula, como um marco regulatório para o torneio. O objetivo é alinhar as normas com a FIFA, mantendo a soberania nacional.

Segundo ele, há uma discrepância entre o futebol masculino e o feminino. A expectativa é que a Copa de 2027 eleve o patamar do futebol feminino, promovendo maior igualdade.

Ele afirmou que as políticas públicas devem ir além do rendimento, abrangendo lazer, inclusão social, educação e formação universitária, de forma distribuída em várias esferas.

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