- A Turquia ficou em terceiro lugar na Copa do Mundo de 2002, sua melhor campanha, quando voltou ao torneio pela primeira vez desde 1954.
- Muitos titulares daqueletime hoje atuam como comentaristas, treinadores ou dirigentes; entre eles, Rustu Reçber e Emre Belözoğlu.
- O time teve destaques como Hasan Sas, autor do primeiro gol turco na competição, e Hakan Şükür, artilheiro da seleção na edição.
- Hasan Sas, Mansiz, Umit Davala e Kerimoglu tiveram papéis decisivos na campanha, incluindo gols que eliminaram Japão e Senegal e o “gol de ouro” contra Senegal.
- Sukur, principal nome da geração, vive exílio nos Estados Unidos, com escolinha de futebol, e hoje acompanha a Turquia como torcedor, enquanto atua fora dos holofotes.
A Turquia terminou em terceiro lugar na Copa do Mundo de 2002, marcando sua melhor campanha na história dos Mundiais. A geração que enfrentou o Brasil na semifinal ainda é lembrada pela atuação e pelos nomes que ficaram conhecidos no futebol europeu.
Entre os protagonistas, o goleiro Rustu Reçber consolidou-se como ícone da equipe. Ele ficou conhecido pela tinta preta sob os olhos, fez 11 defesas na semifinal contra o Brasil e encerrou a carreira em 2012. Hoje atua como comentarista.
O time histórico de 2002 contou com jogadores que hoje exercem diferentes funções no futebol turco. Hasan Sas, artilheiro do Mundial, segue ligado ao esporte como comentarista. Ilhan Mansiz encerrou a carreira como atleta e atua em gestão esportiva e mídia.
Outros ex-jogadores seguem no ramo técnico. Umit Davala teve atuação decisiva na campanha, marcando gols-chave e cruzando para Mansiz na fase de mata-mata. A trajetória dele inclui passagem como auxiliar-técnico, sem consolidar carreira de treinador.
No elenco, nomes como Emre Belozoglu e Okan Buruk migraram para funções de treinador e dirigente. Belozoglu, ex-inter de Milão, atua como técnico no Kasimpasa. Buruk seguiu carreira de gestão no futebol turco, mantendo-se ativo no meio.
Quanto a Hakan Sukur, artilheiro histórico da seleção, sua vida tomou outro rumo. Exilado nos Estados Unidos há 11 anos, ele comanda uma escolinha de futebol e mantém presença nas redes sociais, acompanhando a Turquia em competições recentes, segundo reportagens de veículos turcos. A trajetória dele inclui passagens políticas no país.
A Copa de 2002 é lembrada na Turquia por ter colocado a seleção de volta à Copa de 2026, o retorno após 24 anos. O desempenho daquele time é citado como marco de uma geração que transformou o futebol turco em referência internacional.
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