- O New York Times classificou o hino do Brasil como o mais bonito entre as quarenta e oito seleções da Copa do Mundo de dois mil e vinte e seis, com nota nove de dez.
- A reportagem destaca a introdução orquestral de vinte e oito segundos como o momento de maior destaque do hino.
- O Brasil ficou à frente do top dez, que inclui França, Portugal, Colômbia, Escócia, Equador, Argentina, Egito, Uruguai e Bósnia e Herzegovina.
- Os três últimos colocados no ranking foram Inglaterra, Jordânia e Espanha.
- A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins lucrativos; no Brasil, a seleção é definida pela Confederação Brasileira de Futebol, sem ligação com o governo.
O New York Times elegeu o hino do Brasil como o mais bonito entre as 48 seleções que disputam a Copa do Mundo de 2026. A matéria publicada na sexta-feira (19 jun 2026) atribuiu nota 9 de 10 à composição brasileira. O destaque fica para a introdução orquestral de 28 segundos.
A reportagem elogia a duração do hino, que ultrapassa dois minutos, mas ressalva um trecho intenso de introdução. A análise compara o tom da execução com momentos de emoção, citando também a ambientação anterior a jogos históricos do time brasileiro.
Entre os critérios, o texto menciona a qualidade da melodia e a percepção de grandeur, situando o Brasil na liderança de um ranking que reúne as 48 seleções participantes. França, Portugal e Argentina aparecem entre os primeiros colocados.
Top 10 do ranking do NYT
- Brasil
- França
- Portugal
- Colômbia
- Escócia
- Equador
- Argentina
- Egito
- Uruguai
- Bósnia e Herzegovina
Os três últimos colocados são Inglaterra, Jordânia e Espanha.
Contexto sobre a Copa do Mundo
A Copa do Mundo é descrita pelo texto como evento esportivo privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela FIFA. As seleções classificam-se por eliminatórias, com equipes definidas por entidades privadas. No Brasil, a CBF define treinador e elenco convocado para a competição.
A nota de neutralidade aponta que o governo brasileiro não interfere na escolha do time, mantendo a seleção como representação de uma entidade privada. A matéria reforça a distinção entre o órgão gestor do futebol e o Estado.
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