- O Irã planeja apresentar uma queixa à Fifa por restrições de deslocamento impostas aos seus jogadores nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo.
- A equipe iraniana, com base no México, disputará seus três jogos da fase de grupos em território americano devido a questões de visto e ao conflito com os EUA.
- As autoridades americanas exigem que a delegação entre no país até 24 horas antes de cada partida e saia no mesmo dia do jogo.
- O treinador Amir Ghalenoei classificou o Irã como a equipe “mais oprimida” da competição por essas restrições, que prejudicariam a preparação técnica.
- O DHS confirmou que as medidas são precautions acordadas com o Irã, com jogos contra Bélgica em 21 de junho, em Los Angeles, e contra o Egito em 27 de junho, em Seattle.
O Irã classificou como violação de condições equitativas de competição a restrição de deslocamento imposta pela estadia de sua seleção nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. A federação pretende apresentar uma queixa formal à Fifa para contestar as normas de entrada e saída do país.
A equipe está se deslocando de sua base no México para disputar os três jogos da fase de grupos em território americano, em razão de questões de visto e do conflito com os EUA. A delegação pode entrar nos EUA apenas até 24 horas antes de cada partida e deve deixar o país no mesmo dia do jogo.
Ponto de tensão com as regras de viagem
A federação iraniana afirmou que as restrições prejudicam a preparação técnica da equipe, alegando incompatibilidade com princípios de igualdade entre as seleções. O técnico Amir Ghalenoei descreveu a situação como prejudicial ao desempenho.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, as medidas são precauções de segurança combinadas com o Irã, com jogos contra Bélgica em Los Angeles e Egito em Seattle. A passagem pela véspera do jogo ainda é permitida, com saída prevista na noite do confronto.
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