- Matheus Cunha marcou dois gols na vitória do Brasil sobre o Haiti na segunda rodada da Copa do Mundo.
- A comemoração dele simulou movimentos de surfe, gesto que virou assinatura do atacante.
- Cunha mantém forte ligação com o surfe, hobby que começou na infância e ganhou espaço na vida fora dos gramados.
- O atleta começou a surfar em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, e mantém contato com surfistas como Ítalo Ferreira.
- Mesmo atuando na Inglaterra, ele pratica em centros de ondas artificiais quando há tempo, usando o surfe para relaxar e recarregar energias.
Matheus Cunha marcou os dois primeiros gols do Brasil na vitória sobre o Haiti, pela segunda rodada da Copa do Mundo. O atacante experimentou um festejo que se tornou marca registrada, ao chamar a atenção pelo gesto que remete ao surfe.
A celebração, associada às ondas, surge após Cunha balançar as redes e já é reconhecida como assinatura do jogador. O gesto simboliza a união entre suas duas paixões: futebol e surfe, defendidas em entrevistas anteriores.
A relação de Cunha com o surfe teve início durante férias em Baía Formosa, RN, um polo reconhecido do esporte. Ele mantém o hábito mesmo atuando na Inglaterra, treinando em centros de ondas artificiais próximos a Bristol quando pode.
Celebração que une futebol e surfe
O atacante diz buscar no surfe uma válvula de escape para a rotina intensa do futebol profissional, ajudando no relaxamento e na recuperação mental. Amigos no Brasil moldaram a ideia da comemoração para expressar alegria dentro do campo.
Entre as amizades do meio, Cunha mantém contato com Ítalo Ferreira, figura de destaque do surfe brasileiro, reforçando a ligação entre os dois mundos durante a carreira internacional do jogador.
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