- Matheus Cunha marcou dois gols na vitória do Brasil sobre o Haiti na Filadélfia, vestindo a camisa nº 9.
- O atacante perdeu a vaga entre os titulares na estreia contra o Marrocos, quando Igor Thiago jogou.
- Cunha afirmou estar grato por defender a seleção e não vê a camisa como peso, chamando-a de privilégio.
- Sobre a troca de camisa, ele destacou que o peso é parte do desafio e citou a história de muitos craques que já a usaram.
- A comemoração de “surfando” é um hobby de Cunha em João Pessoa; ele é amigo do surfista Italo Ferreira e disse que o esporte ajuda no futebol.
Matheus Cunha brilhou na vitória da seleção brasileira sobre o Haiti, em Philadelphia, marcando dois gols. O atacante vestia a camisa 9 e mostrou confiança ao entregar o resultado para o time de seus sonhos.
O jogador, que já foi cotado para o 10, acabou perdendo a posição no jogo de estreia contra o Marrocos. Nesta sexta-feira, ganhou nova chance e aproveitou para confirmar protagonismo com dois gols marcados.
Aos 24 anos, Cunha destacou a emoção de defender o Brasil com a 9, numa fase em que o peso da camisa é ressaltado pelo time e pela torcida. Ele observou o legado de grandes nomes que já usaram o número.
Sobre o estilo de jogo, Cunha comentou que atuar com a 9 é natural no seu clube e que a presença na seleção representa um privilégio. Ele ressaltou gratidão pela oportunidade e pela confiança da comissão técnica.
Além disso, o atacante comentou sobre a comemoração com o visual “surfando”, que remete a um hobby dele em João Pessoa. Cunha reforçou a afinidade com o surf e com Italo Ferreira, ressaltando o suporte da família.
Restou confirmar que a vitória reforça a participação de Cunha na seleção, em um momento em que a equipe busca ritmo e entrosamento para os próximos compromissos. O elenco segue preparação para jogos seguintes.
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