- Matheus Cunha marcou dois gols na vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, pelo Grupo C.
- Foi o primeiro double dele na Era Ancelotti, que o tem entre os jogadores mais alinhados ao estilo da equipe.
- A escolha por Igor Thiago na estreia não foi sinal de queda de Cunha, mas ajuste ao adversário e ao momento dele.
- Ancelotti descreve Cunha como jogador associativo, que atua na recomposição, participação na construção e finalização.
- Cunha foi substituído aos 19 minutos do segundo tempo, recebendo aplausos, e segue como uma das opções confiáveis do treinador.
Matheus Cunha marcou dois gols e sustentou a confiança de Carlo Ancelotti, na vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. O duelo aconteceu nesta sexta-feira, nos Estados Unidos, com Brasil buscando manter a liderança da chave.
A atuação do atacante do Brasil confirmou a escolha de Ancelotti, que o incluiu entre os titulares mesmo após a estreia com Igor Thiago. Cunha chegou aos seus primeiros gols na Era do treinador italiano, reforçando sua importância no relato da equipe.
A explicação do técnico é simples: Cunha atua como jogador associativo, participa da recomposição e da construção, além de finalizar. Esse perfil ajuda a fechar espaços e manter o equilíbrio entre defesa e ataque durante o jogo.
Desde 2022, Cunha enfrentou contratempos na seleção, permanecendo fora da lista final naquela Copa. Em 2026, ele chegou à competição como peça confiável de Ancelotti, com participação constante nos planos do treinador.
A trajetória do atacante também ganha peso pelo contexto olímpico. Em Tóquio-2021, Cunha celebrou o título com lágrimas no vestiário, reconhecendo a luta pelo reconhecimento técnico ao longo dos anos.
Nesta sexta-feira, Cunha saiu aos 19 minutos do segundo tempo, aplaudido pela torcida. A saída não significou perda de espaço, mas confirmou a continuidade da confiança de Ancelotti nele como peça-chave do time.
Desempenho e papel dentro da Mapoteca Tática
- Cunha ajuda na construção das jogadas e reforça o meio-campo sem abrir mão da participação ofensiva.
- A performance frente ao Haiti evidencia que a função dele vai além dos gols, incluindo marcação e aproximação de setores.
- A atuação consolidou a ideia de jogo proposta por Ancelotti, com Cunha como um dos principais nomes da seleção.
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