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Rosa-choque tornou-se a cor não oficial da Copa do Mundo

O rosa elétrico domina o Mundial, ampliando a visibilidade de marcas e jogadores e firmando-se como assinatura visual do torneio

Croatia’s Dominik Livaković’s pink kit won plenty of admirers – even if his side lost to England.
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  • A cor rosa elétrico tornou-se assinatura visual da Copa do Mundo, com goleiro Dominik Livaković em pink durante as partidas, conectando uniformes de oficiais e botas de jogadores de Croácia e Inglaterra.
  • Marcas como Nike, Adidas, Puma e New Balance passaram a exibir pink em itens de treino, chuteiras e uniformes, conforme a tendência ganha força no torneio.
  • A referência de estilo começou com o fenômeno Barbiecore e foi isolada como “electric fuchsia” pela indústria de cores, prevista pela WGSN para este ano.
  • Especialistas destacam que o rosa facilita a branding e a visibilidade na tela dos smartphones, contrastando com o verde do gramado.
  • O uso do rosa no futebol não é novidade: botas e kits rosa já aparecem há mais de uma década, com exemplos de clubes e jogadores impulsionando a tendência.

O que aconteceu: a cor pink elétrica ganhou evidência na Copa do Mundo, dominando itens de futebol como botas, uniformes e acessórios. A tonalidade, popularizada pelo estilo Barbie, aparece como assinatura visual do torneio.

Quem está envolvido: goleiros e atletas, marcas de material esportivo como Nike, Adidas, Puma e New Balance, além de jogadores da Croácia, Inglaterra e outras seleções. O destaque fica com o goleiro Dominik Livaković, que apareceu vestindo o Rosa.

Quando: durante a Copa do Mundo deste ano, com partidas recentes destacando o uso da cor nas botas e equipamentos. A tendência acompanha também lançamentos de uniformes de clubes e seleções em cores similares.

Onde: eventos e estádios ao redor do mundo, com ênfase em jogos disputados nos Estados Unidos e em estádios de fusão entre marcas e clubes. A cor ganhou ainda mais visibilidade nas redes e nas transmissões.

Por que: a escolha busca visibilidade e branding, especialmente em telas de smartphones, onde tons vibrantes se destacam. Pesquisadores e profissionais indicam que o rosa elétrico facilita identificação de jogadores e reforça a presença de marcas.

Tendência de branding e percepção

Especialistas apontam que cores chamativas ajudam a engajar torcedores jovens e a criar identificação rápida com jogadores na transmissão. O contraste com o verde do gramado potencializa o impacto visual das jogadas.

História da cor no futebol

Dados e estudos mostram que o rosa já vinha ganhando espaço há mais de uma década, com uso em botas, kits e itens de clubes. A adoção contemporânea é vista como evolução da estética esportiva e da presença de marcas no jogo.

Impacto no jogo e na moda

A cor tem sido discutida como elemento de estilo e comunicação visual. Atletas são vistos como marcas, e o rosa elétrico reforça a imagem pública de jogadores como figuras visuais nos estádios.

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