- A seleção haitiana sub‑17 irá treinar no Rio de Janeiro, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), como preparação para o Mundial sub‑17 do Qatar, entre novembro e dezembro.
- O convite para a seleção haitiana principal também foi feito, mas recusado, pois os haitianos já têm bases de treino nos Estados Unidos.
- O treino no Cefan ocorrerá entre setembro e outubro, antes da Copa do Mundo, que ocorre de 19 de novembro a 13 de dezembro.
- O Haiti está no Grupo D do Mundial, junto com França, Arábia Saudita e Uruguai.
- O apoio ao convite envolve a Embaixada do Brasil em Porto Príncipe, o Instituto Guimarães Rosa, o Itamaraty e a ONG Viva Rio, com base em relatos de que o Haiti tem forte ligação com o futebol brasileiro.
O Haiti sub-17 vai treinar no Rio de Janeiro a pedido do governo brasileiro, antes do Mundial de Futebol Sub-17 no Qatar, programado para novembro e dezembro. A base será no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), na Penha.
O convite também contemplou a seleção haitiana principal, que recusou por já ter acordo de treino nos Estados Unidos. A decisão foi tomada apesar do vínculo de cooperação entre Brasil e Haiti nos últimos anos.
A preparação da equipe olímpica haitiana começou entre setembro e outubro, conforme apurado, com apoio do Itamaraty e da Embaixada do Brasil em Porto Príncipe. A iniciativa conta com o Instituto Guimarães Rosa e a ONG Viva Rio.
Entre os 48 classificados para o Mundial Sub-17, o Haiti segue para o Qatar em novembro. O Centro de Educação Física da Marinha no Rio será a base antes da competição, que ocorre de 19 de novembro a 13 de dezembro.
No elenco que enfrenta o Brasil em partida nos Estados Unidos, apenas Woodensky Pierre atua no futebol haitiano, com o restante atuando na Europa, América do Norte ou no Irã. O campeonato local está instável devido à crise interna.
O Haiti está no Grupo D do Mundial Sub-17, ao lado de França, Arábia Saudita e Uruguai. O país já disputou a Copa do Mundo pela segunda vez, em 1974, sem avançar na fase de grupos.
A relação entre Brasil e Haiti ganhou nova dimensão após o terremoto de 2010, que levou o país a receber milhares de haitianos no Brasil. Especialistas consideram o convênio como fortalecimento de laços diplomáticos.
Segundo especialistas, o convite para treinar no Rio reforça vínculos já consolidados. A atuação brasileira no Haiti, com participação de missões de paz e cooperação, é apontada como referência no apoio humanitário.
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