- Brasil chega com expectativa de gramado mais úmido para o segundo jogo, contra o Haiti, em Filadélfia, nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília).
- Na estreia, jogadores como Vini Jr. e Bruno Guimarães criticaram o campo seco em Nova Jersey diante de Marrocos.
- A comissão técnica optou por não fazer ajustes no campo de treino durante a semana para se adaptar a terreno seco.
- O horário mais cedo do segundo jogo facilita “mudança de contexto” em relação ao calor, que influenciou o primeiro confronto.
- A Fifa confirmou que irrigação de gramados é monitorada, com cronograma de molhamentos antes e durante as partidas, incluindo pausas para hidratação.
Depois da reclamação dos jogadores na estreia, a seleção brasileira chega ao segundo jogo da Copa com expectativa de gramado mais úmido na Filadélfia, onde encara o Haiti nesta sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília). A adaptação ao terreno seco de Nova Jersey ficou em segundo plano.
A comissão técnica não pretende promover mudanças no campo de treino durante a semana, considerando a provável diferença climática entre Nova Jersey e a Filadélfia. O primeiro jogo ocorreu às 18h locais, com sol ainda no alto, e o calor foi apontado como influente para o piso.
França e Senegal também atuaram no mesmo estádio, em Nova Jersey, em horários mais cedo, e tiveram críticas ao gramado. A Fifa informou que intensificou a irrigação durante o evento para manter a umidade do campo.
O que a FIFA diz
A FIFA afirma que o processo de irrigação é monitorado por especialistas em gramados e equipes locais, levando em conta clima, saúde da grama, bem-estar dos jogadores e necessidades de cada partida. Cada estádio recebe um cronograma de molhagem com várias aplicações de água antes do kickoff.
A entidade explicou que há irrigação adicional durante as pausas para hidratação, especialmente em dias de altas temperaturas, que aceleram o ressecamento do gramado durante o jogo. Em todos os estádios, um especialista acompanha os níveis de umidade.
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