- O árbitro Felix Zwayer bebeu suco de picles para aliviar cãibras no fim do jogo entre Estados Unidos e Austrália, vitória dos EUA por 2 a 0.
- A bebida foi entregue pela quarta árbitra Katia Garcia, após Zwayer receber auxílio de jogadores das duas equipes para alongar a perna.
- A partida ficou marcada por decisões contestadas, com reclamações australianas sobre o segundo gol dos EUA e sobre um pênalti.
- O suco de picles, segundo o The Sun e confirmado pelo UOL, tem efeito rápido ao aliviar dores por meio da salmoura e da acidez.
- Outro item curioso da Copa foi um analgésico de ação rápida usado pelo canadense Ismael Koné, que se machucou durante o jogo contra o Qatar.
O árbitro Felix Zwayer consumiu um líquido para aliviar cãibras na reta final da vitória dos Estados Unidos sobre a Austrália por 2 a 0, pela Copa do Mundo. O momento ocorreu em território americano, com Zwayer recebendo ajuda médica e de jogadores para contornar a dor antes de seguir no jogo.
O líquido foi identificado como suco de picles. A confirmação veio por meio de imagens, com a informação publicada pelo The Sun e corroborada pelo UOL. A bebida foi entregue ao árbitro pela quarta árbitra Katia Garcia.
Zwayer sofreu cãibras na perna esquerda e precisou de assistência de atletas de ambos os times para alongamento. Um médico da Fifa também entrou em campo antes de o árbitro ingerir o líquido. Pouco tempo depois, ele retornou ao duelo.
A arbitragem ficou marcadamente controversa, com reclamações dos australianos relativas ao segundo gol dos EUA e a um pênalti não concedido. O episódio do suco de picles ganhou destaque por seu potencial efeito analgésico rápido.
O suco de picles tem salmoura e acidez que podem provocar um reflexo que desliga temporariamente neurônios responsáveis pela dor, segundo estudos. A prática vem ganhando espaço em partidas recentes, incluindo a Eurocopa de 2024.
Itens aleatórios chamam atenção
Outro objeto chamou atenção na Copa: um analgésico de ação rápida usado por inalação. O medicamento serve para aliviar dores graves durante o transporte de atletas ao hospital, como ocorreu com Ismael Koné, do Canadá, após sofrer fratura durante a partida.
Koné precisou deixar o campo de maca após a contusão. A presença do analgésico inalatório foi registrada pela imprensa, destacando a variedade de itens a que jogadores e comissão técnica recorrem em campo.
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